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México sem "qualquer informação" sobre drones no espaço aéreo dos EUA
Esperava-se o encerramento do espaço aéreo de El Paso anunciado "por razões de segurança especiais".
A Presidente do México afirmou esta quarta-feira que o Governo não tem "qualquer informação" sobre a entrada no espaço aéreo dos Estados Unidos de drones pertencentes a cartéis de droga mexicanos, denunciada por Washington.
"Não temos qualquer informação sobre a utilização de drones na fronteira", declarou Claudia Sheinbaum, na conferência de imprensa regular, assegurando que o Governo do México está disposto a partilhar todas as informações com o vizinho norte-americano.
O secretário dos Transportes norte-americano afirmou que a Administração Federal de Aviação (FAA) e o Pentágono "tomaram medidas para desativar os drones" logo após o anúncio do encerramento temporário por dez dias do espaço aéreo sobre a cidade texana de El Paso e a subsequente reabertura.
EUA encerram espaço aéreo de El Paso durante 10 dias mas reabre horas depois
Numa publicação na rede social Facebook, Sean Duffy explicou que o encerramento temporário do Aeroporto Internacional de El Paso se deveu a "uma incursão de drones de um cartel" mexicano mas que a FAA e o Departamento de Defesa norte-americano "agiram rapidamente para lidar com (...) a ameaça, que foi neutralizada", tendo deixado de haver "perigo para viagens comerciais na região".
Segundo o governante, os voos normais foram retomados durante a manhã (hora local), mas não precisou quantos drones estiveram envolvidos ou o que foi feito especificamente para os desativar.
A FAA reabriu esta manhã o espaço aéreo em redor do Aeroporto Internacional de El Paso, no Texas, apenas algumas horas depois de anunciar o encerramento temporário por 10 dias.
Numa publicação nas redes sociais, a FAA afirmou ter suspendido a medida, que cancelou todas as descolagens e aterragens em El Paso, por não haver qualquer ameaça à aviação comercial, pelo que os voos iam ser retomados.
Esperava-se que o encerramento, anunciado poucas horas antes "por razões de segurança especiais", causasse perturbações significativas, dada a duração e dimensão da área metropolitana afetada.
El Paso, uma cidade fronteiriça com uma população de quase 700.000 pessoas, e ainda mais elevada se se incluir a área metropolitana circundante, é um centro de comércio transfronteiriço, juntamente com a vizinha Ciudad Juárez, no México, cujo espaço aéreo o breve encerramento não incluiu.
Depois do anúncio do encerramento, o aeroporto tinha indicado, numa publicação na rede social Instagram, que todos os voos de e para o aeroporto iam estar suspensos desde o final do dia de terça-feira até ao final do dia 20 de fevereiro, incluindo voos comerciais, de carga e de aviação geral.
Sugeria ainda aos viajantes que contactassem as companhias aéreas para obter informações atualizadas sobre os voos.
Num comunicado, a deputada estadual Veronica Escobar (democrata), cujo distrito inclui El Paso, tinha esta manhã instado a FAA a levantar as restrições, argumentando não ter havido qualquer aviso prévio ao seu gabinete, à cidade de El Paso ou às operações aeroportuárias.
"A decisão com elevadas consequências da FAA de encerrar o Aeroporto de El Paso durante 10 dias não tem precedente e resultou numa preocupação significativa na comunidade", declarou Escobar.
"Pelo que eu e o meu gabinete conseguimos apurar durante a noite e no início desta manhã, não há qualquer ameaça imediata para a comunidade ou para as áreas vizinhas", acrescentou.
O aeroporto é descrito como a porta de entrada no oeste do Texas, no sul do Novo México e no norte do México.
As companhias aéreas Southwest, United, American e Delta, entre outras, operam voos para lá.
Uma restrição temporária de voos semelhante, por razões de segurança especiais, foi imposta no mesmo período nos arredores de Santa Teresa, no Novo México, que fica cerca de 24 quilómetros a noroeste do aeroporto de El Paso.
Correio da Manhã
Esperava-se o encerramento do espaço aéreo de El Paso anunciado "por razões de segurança especiais".
A Presidente do México afirmou esta quarta-feira que o Governo não tem "qualquer informação" sobre a entrada no espaço aéreo dos Estados Unidos de drones pertencentes a cartéis de droga mexicanos, denunciada por Washington.
"Não temos qualquer informação sobre a utilização de drones na fronteira", declarou Claudia Sheinbaum, na conferência de imprensa regular, assegurando que o Governo do México está disposto a partilhar todas as informações com o vizinho norte-americano.
O secretário dos Transportes norte-americano afirmou que a Administração Federal de Aviação (FAA) e o Pentágono "tomaram medidas para desativar os drones" logo após o anúncio do encerramento temporário por dez dias do espaço aéreo sobre a cidade texana de El Paso e a subsequente reabertura.
EUA encerram espaço aéreo de El Paso durante 10 dias mas reabre horas depois
Numa publicação na rede social Facebook, Sean Duffy explicou que o encerramento temporário do Aeroporto Internacional de El Paso se deveu a "uma incursão de drones de um cartel" mexicano mas que a FAA e o Departamento de Defesa norte-americano "agiram rapidamente para lidar com (...) a ameaça, que foi neutralizada", tendo deixado de haver "perigo para viagens comerciais na região".
Segundo o governante, os voos normais foram retomados durante a manhã (hora local), mas não precisou quantos drones estiveram envolvidos ou o que foi feito especificamente para os desativar.
A FAA reabriu esta manhã o espaço aéreo em redor do Aeroporto Internacional de El Paso, no Texas, apenas algumas horas depois de anunciar o encerramento temporário por 10 dias.
Numa publicação nas redes sociais, a FAA afirmou ter suspendido a medida, que cancelou todas as descolagens e aterragens em El Paso, por não haver qualquer ameaça à aviação comercial, pelo que os voos iam ser retomados.
Esperava-se que o encerramento, anunciado poucas horas antes "por razões de segurança especiais", causasse perturbações significativas, dada a duração e dimensão da área metropolitana afetada.
El Paso, uma cidade fronteiriça com uma população de quase 700.000 pessoas, e ainda mais elevada se se incluir a área metropolitana circundante, é um centro de comércio transfronteiriço, juntamente com a vizinha Ciudad Juárez, no México, cujo espaço aéreo o breve encerramento não incluiu.
Depois do anúncio do encerramento, o aeroporto tinha indicado, numa publicação na rede social Instagram, que todos os voos de e para o aeroporto iam estar suspensos desde o final do dia de terça-feira até ao final do dia 20 de fevereiro, incluindo voos comerciais, de carga e de aviação geral.
Sugeria ainda aos viajantes que contactassem as companhias aéreas para obter informações atualizadas sobre os voos.
Num comunicado, a deputada estadual Veronica Escobar (democrata), cujo distrito inclui El Paso, tinha esta manhã instado a FAA a levantar as restrições, argumentando não ter havido qualquer aviso prévio ao seu gabinete, à cidade de El Paso ou às operações aeroportuárias.
"A decisão com elevadas consequências da FAA de encerrar o Aeroporto de El Paso durante 10 dias não tem precedente e resultou numa preocupação significativa na comunidade", declarou Escobar.
"Pelo que eu e o meu gabinete conseguimos apurar durante a noite e no início desta manhã, não há qualquer ameaça imediata para a comunidade ou para as áreas vizinhas", acrescentou.
O aeroporto é descrito como a porta de entrada no oeste do Texas, no sul do Novo México e no norte do México.
As companhias aéreas Southwest, United, American e Delta, entre outras, operam voos para lá.
Uma restrição temporária de voos semelhante, por razões de segurança especiais, foi imposta no mesmo período nos arredores de Santa Teresa, no Novo México, que fica cerca de 24 quilómetros a noroeste do aeroporto de El Paso.
Correio da Manhã
