- Entrou
- Out 5, 2021
- Mensagens
- 54,500
- Gostos Recebidos
- 1,527
Ministra da Educação da Islândia demite-se após admitir ter tido um filho com um menor quando tinha 23 anos
Relação secreta começou quando o rapaz tinha 15 anos.
A ministra da Educação da Islândia, Ásthildur Lóa Thórsdóttir, demitiu-se depois de ter admitido que teve um filho com um adolescente quando tinha 23 anos. A história foi divulgada na noite de quinta-feira pela agência noticiosa islandesa RUV.
Ásthildur revelou numa entrevista que começou a relação quando o rapaz tinha 15 anos e ela 22, tendo os dois se conhecido num grupo religioso onde a mulher era conselheira.
Quando deu à luz ao bebé, o jovem tinha 16 anos e ela 23. "Passaram-se 36 anos, muitas coisas mudaram durante esse tempo e eu teria, sem dúvida, lidado com estas questões de forma diferente hoje em dia", disse a ministra, atualmente com 58 anos, aos media islandeses, citada pela BBC.
A RUV refere que a relação era secreta, mas que Ásmundsson - o pai do bebé - esteve presente no nascimento do filho e passou o primeiro ano com o filho. No entanto, a agência noticiosa escreve que isso mudou quando Thórsdóttir conheceu o atual marido.
Ásmundsson chegou a apresentar documentos ao Ministério da Justiça islandês para pedir acesso ao seu filho, indica a mesma fonte, mas Thórsdóttir negou o contacto, embora tenha pedido - e recebido - pagamentos de pensão de alimentos durante os 18 anos seguintes.
Foi uma familiar de Ásmundsson quem tentou por duas vezes contactar a primeira-ministra sobre a relação, na semana passada. Quando a mulher revelou que a relação envolvia uma ministra do governo, a primeira-ministra da Islândia, Kristrún Frostadótti, pediu mais informações.
Kristrún Frostadóttir afirmou que sabe pouco mais do que aquilo que foi divulgado e que "por respeito à causa", não iria tecer grandes comentários sobre o assunto que considerou de ordem "muito pessoal".
A primeira-ministra islandesa refere que a situação é "um assunto sério", cita a BBC, e referiu ao jornal islandês Visir que só recebeu a confirmação da história na quinta-feira à noite. Após ter conhecimento da situação, convocou a ministra da Educação, que se demitiu no momento.
Em entrevista televisiva à RUV, a ministra da Educação mostrou estar chateada com o facto de a mulher ter contactado a primeira-ministra para lhe comunicar a situação.
Correio da Manhã

Relação secreta começou quando o rapaz tinha 15 anos.
A ministra da Educação da Islândia, Ásthildur Lóa Thórsdóttir, demitiu-se depois de ter admitido que teve um filho com um adolescente quando tinha 23 anos. A história foi divulgada na noite de quinta-feira pela agência noticiosa islandesa RUV.
Ásthildur revelou numa entrevista que começou a relação quando o rapaz tinha 15 anos e ela 22, tendo os dois se conhecido num grupo religioso onde a mulher era conselheira.
Quando deu à luz ao bebé, o jovem tinha 16 anos e ela 23. "Passaram-se 36 anos, muitas coisas mudaram durante esse tempo e eu teria, sem dúvida, lidado com estas questões de forma diferente hoje em dia", disse a ministra, atualmente com 58 anos, aos media islandeses, citada pela BBC.
A RUV refere que a relação era secreta, mas que Ásmundsson - o pai do bebé - esteve presente no nascimento do filho e passou o primeiro ano com o filho. No entanto, a agência noticiosa escreve que isso mudou quando Thórsdóttir conheceu o atual marido.
Ásmundsson chegou a apresentar documentos ao Ministério da Justiça islandês para pedir acesso ao seu filho, indica a mesma fonte, mas Thórsdóttir negou o contacto, embora tenha pedido - e recebido - pagamentos de pensão de alimentos durante os 18 anos seguintes.
Foi uma familiar de Ásmundsson quem tentou por duas vezes contactar a primeira-ministra sobre a relação, na semana passada. Quando a mulher revelou que a relação envolvia uma ministra do governo, a primeira-ministra da Islândia, Kristrún Frostadótti, pediu mais informações.
Kristrún Frostadóttir afirmou que sabe pouco mais do que aquilo que foi divulgado e que "por respeito à causa", não iria tecer grandes comentários sobre o assunto que considerou de ordem "muito pessoal".
A primeira-ministra islandesa refere que a situação é "um assunto sério", cita a BBC, e referiu ao jornal islandês Visir que só recebeu a confirmação da história na quinta-feira à noite. Após ter conhecimento da situação, convocou a ministra da Educação, que se demitiu no momento.
Em entrevista televisiva à RUV, a ministra da Educação mostrou estar chateada com o facto de a mulher ter contactado a primeira-ministra para lhe comunicar a situação.
Correio da Manhã