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Mulher detida no Algarve por burlar com negócios imobiliários fictícios. Prejuízo ascende 230 mil euros
Suspeita vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para lhe serem aplicadas as medidas de coação.
Uma mulher, de 49 anos, foi detida, esta quarta-feira, por se fazer passar por agente de execução, solicitadora e encarregada de venda de vários imóveis no Algarve. A suspeita praticou o crime contra várias pessoas, cujos prejuízos ascenderam a, pelo menos, 235 mil euros.
Suspeita de burla qualificada e falsificação de documentos, a mulher apresentava procurações falsas conferindo-lhe poderes especiais de representação e celebrava, com potenciais interessados, contratos de reserva ou contratos promessa de compra e venda de imóveis, sem que os proprietários soubessem. A detida recebia desses 'clientes' valores a título de reserva ou de sinal, sem nunca celebrar o contrato definitivo uma vez que se tratava de negócios inexistentes, avança a PJ em comunicado.
As autoridades realizaram buscas domiciliárias e não domiciliárias, onde apreenderam equipamento informático e de telecomunicações bem como elevado acervo documental probatório.
A mulher vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para lhe serem aplicadas as medidas de coação.
Correio da Manhã

Suspeita vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para lhe serem aplicadas as medidas de coação.
Uma mulher, de 49 anos, foi detida, esta quarta-feira, por se fazer passar por agente de execução, solicitadora e encarregada de venda de vários imóveis no Algarve. A suspeita praticou o crime contra várias pessoas, cujos prejuízos ascenderam a, pelo menos, 235 mil euros.
Suspeita de burla qualificada e falsificação de documentos, a mulher apresentava procurações falsas conferindo-lhe poderes especiais de representação e celebrava, com potenciais interessados, contratos de reserva ou contratos promessa de compra e venda de imóveis, sem que os proprietários soubessem. A detida recebia desses 'clientes' valores a título de reserva ou de sinal, sem nunca celebrar o contrato definitivo uma vez que se tratava de negócios inexistentes, avança a PJ em comunicado.
As autoridades realizaram buscas domiciliárias e não domiciliárias, onde apreenderam equipamento informático e de telecomunicações bem como elevado acervo documental probatório.
A mulher vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para lhe serem aplicadas as medidas de coação.
Correio da Manhã