delfimsilva
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Celestino destaca arranque dos algarvios na 1.ª Liga contra equipas que lutam pela Europa.
O médio Celestino representou o Sporting nos escalões de formação e domingo reencontrará o amigo Rui Patrício, “o único que resta no clube desses tempos, embora também conheça outros jogadores, mais jovens, que já andavam pela Academia”. O jogador do Olhanense reconhece um Sporting “forte, que faz falta ao futebol português”. “Estão a jogar bem, há um clima de grande confiança em redor da equipa e isso vê-se no campo.” Elogios que não escondem a ambição da equipa algarvia: “A pressão está do lado deles. Espera-nos um jogo complicado mas não o será menos para o Sporting. Temos as nossas armas e lutaremos pela conquista dos 3 pontos.”
O Olhanense teve uma pré-época atípica e Celestino reconhece que as primeiras semanas não foram fáceis. “A transição do futebol profissional para a SAD, depois dos problemas vividos na última campanha, criou um mundo novo e iniciámos o trabalho em simultâneo com a construção de uma nova estrutura. Soubemos superar as dificuldades daí resultantes e o balanço dos três primeiros jogos da 1.ª Liga é muito positivo. Temos 4 pontos e defrontámos equipas candidatas aos lugares de acesso às competições europeias – V. Guimarães, P. Ferreira e Marítimo”, analisa.
União
O médio acredita que o clube “está a construir um grupo muito unido e de qualidade”. “Vamos seguramente crescer ao longo da época e a tendência é para que o rendimento melhore, fruto da sequência do nosso trabalho. Chegaram jogadores vindos de vários países mas a linguagem do futebol é universal e estamos a assimilar bem as ideias do treinador. Daremos muitas alegrias aos adeptos do Olhanense, estou certo disso.”
Num grupo quase todo ele novo, o treinador é um estreante. “O Abel Xavier domina várias línguas e sabe comunicar com os jogadores, algo muito importante”, assinala Celestino. Além disso, “jogou em países com culturas diversas, com diferentes tipos de futebol, e colheu ensinamentos no trabalho com técnicos de escolas bem distintas. Isso confere-lhe uma bagagem assinalável e ajudou-o seguramente a formar ideias próprias, que nos procura passar nos treinos”.
A permanência é o objetivo do Olhanense mas Celestino prefere “pensar jogo a jogo, dando sempre o máximo na procura do melhor resultado. Depois, lá mais para a frente, logo se farão as contas”.
record
O médio Celestino representou o Sporting nos escalões de formação e domingo reencontrará o amigo Rui Patrício, “o único que resta no clube desses tempos, embora também conheça outros jogadores, mais jovens, que já andavam pela Academia”. O jogador do Olhanense reconhece um Sporting “forte, que faz falta ao futebol português”. “Estão a jogar bem, há um clima de grande confiança em redor da equipa e isso vê-se no campo.” Elogios que não escondem a ambição da equipa algarvia: “A pressão está do lado deles. Espera-nos um jogo complicado mas não o será menos para o Sporting. Temos as nossas armas e lutaremos pela conquista dos 3 pontos.”
O Olhanense teve uma pré-época atípica e Celestino reconhece que as primeiras semanas não foram fáceis. “A transição do futebol profissional para a SAD, depois dos problemas vividos na última campanha, criou um mundo novo e iniciámos o trabalho em simultâneo com a construção de uma nova estrutura. Soubemos superar as dificuldades daí resultantes e o balanço dos três primeiros jogos da 1.ª Liga é muito positivo. Temos 4 pontos e defrontámos equipas candidatas aos lugares de acesso às competições europeias – V. Guimarães, P. Ferreira e Marítimo”, analisa.
União
O médio acredita que o clube “está a construir um grupo muito unido e de qualidade”. “Vamos seguramente crescer ao longo da época e a tendência é para que o rendimento melhore, fruto da sequência do nosso trabalho. Chegaram jogadores vindos de vários países mas a linguagem do futebol é universal e estamos a assimilar bem as ideias do treinador. Daremos muitas alegrias aos adeptos do Olhanense, estou certo disso.”
Num grupo quase todo ele novo, o treinador é um estreante. “O Abel Xavier domina várias línguas e sabe comunicar com os jogadores, algo muito importante”, assinala Celestino. Além disso, “jogou em países com culturas diversas, com diferentes tipos de futebol, e colheu ensinamentos no trabalho com técnicos de escolas bem distintas. Isso confere-lhe uma bagagem assinalável e ajudou-o seguramente a formar ideias próprias, que nos procura passar nos treinos”.
A permanência é o objetivo do Olhanense mas Celestino prefere “pensar jogo a jogo, dando sempre o máximo na procura do melhor resultado. Depois, lá mais para a frente, logo se farão as contas”.
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