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Orlando Figueira condenado por corrupção no processo ‘Fizz’ recusa cadeia
Em 2018, o tribunal deu como provado que o ex-procurador recebeu mais de 760 mil euros do ex-vice-residente de Angola.
Orlando Figueira, o ex-procurador do Ministério Público que foi condenado a 6 anos e 8 meses de prisão por corrupção, no processo ‘Fizz’, recusa ir para a cadeia.
“A decisão condenatória ainda não transitou em julgado e é precipitado e extemporânea a emissão dos mandados de captura. Se e quando ocorrer o trânsito em julgado irei pelo meu pé”, afirmou esta quinta-feira ao CM o antigo magistrado, que não tenciona, para já, apresentar-se na cadeia de Évora. A Justiça tem outro entendimento. O CM sabe que já foram emitidos mandados de detenção e o Supremo diz que, ao contrário do que alega a defesa, não há recursos.
Em 2018, o tribunal deu como provado que o ex-procurador recebeu mais de 760 mil euros do ex-vice-residente de Angola Manuel Vicente para beneficiá-lo nos processos onde era investigado. Foi condenado por corrupção passiva, branqueamento de capitais, falsificação de documentos e violação do segredo de justiça.
Correio da Manhã

Em 2018, o tribunal deu como provado que o ex-procurador recebeu mais de 760 mil euros do ex-vice-residente de Angola.
Orlando Figueira, o ex-procurador do Ministério Público que foi condenado a 6 anos e 8 meses de prisão por corrupção, no processo ‘Fizz’, recusa ir para a cadeia.
“A decisão condenatória ainda não transitou em julgado e é precipitado e extemporânea a emissão dos mandados de captura. Se e quando ocorrer o trânsito em julgado irei pelo meu pé”, afirmou esta quinta-feira ao CM o antigo magistrado, que não tenciona, para já, apresentar-se na cadeia de Évora. A Justiça tem outro entendimento. O CM sabe que já foram emitidos mandados de detenção e o Supremo diz que, ao contrário do que alega a defesa, não há recursos.
Em 2018, o tribunal deu como provado que o ex-procurador recebeu mais de 760 mil euros do ex-vice-residente de Angola Manuel Vicente para beneficiá-lo nos processos onde era investigado. Foi condenado por corrupção passiva, branqueamento de capitais, falsificação de documentos e violação do segredo de justiça.
Correio da Manhã