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"Passado violento e ultrapossesssivo": Quem é Octaviano, o português suspeito de ter matado a nora em Nice
Em Portugal foi condenado por roubo à mão armada e agressão simples. Já em França foi acusado de violação, mas o caso foi arquivado. Dias antes do crime agrediu a companheira, sogra da vítima.
Lizabete, uma jovem de 23 anos, foi brutalmente assassinada na quarta-feira em Nice, França. O principal suspeito, seu sogro, português de 45 anos, de nome Octaviano, foi detido no sábado e ficou em prisão preventiva. Mas no primeiro interrogatório ficou em silêncio, pelo que as causas do crime continuam por apurar.
As autoridades, dada a ligação familiar, estão a tratar o caso como uma rixa familiar e tentam agora perceber os dois lados da personalidade de Octaviano: por um lado um homem violento, por outro um funcionário sem registo de problemas a nível profissional.
A jovem foi morta na quarta-feira, baleada dentro do seu próprio carro numa rua em Nice, com pelo menos dez tiros. Lizabete tinha ao seu lado, no lugar do pendura, a filha bebé de sete meses, que escapou ilesa.
Octaviano MV, assim se chama o suspeito, tem 45 anos e trabalhava como funcionário municipal no departamento de Desporto da cidade de Nice. De acordo com o jornal Le Figaro, não existem registos de problemas a nível profissional, mas o suspeito tem um longo historial de violência.
Dias antes deste crime horrendo, a 18 de janeiro, Octaviano foi colocado debaixo de supervisão policial depois de ter sido detido por agressão qualificada contra a sogra da vítima. Ficou impedido de a contactar e foi obrigado a submeter-se a um tratamento.
Octaviano, contudo, tem outros registos de violência associados. Segundo o Le Figaro, em 2014, já em França, chegou a ser acusado de violação, mas o caso foi arquivado por falta de provas. Em França foi apenas condenado por conduzir sem carta.
As autoridades francesas estão igualmente a investigar outros antecedentes criminais do suspeito, ainda relativos ao tempo em que viveu em Portugal. De acordo com o Le Figaro, no início da década de 2000 foi acusado de roubo qualificado. O jornal Nice Matin adiantou que chegou a ser condenado no nosso País por por roubo à mão armada e agressão simples.
Uma fonte conhecedora do processo confirmou ao Le Figaro o "passado violento" de Octaviano, um homem tido como "violento e ultrapossessivo" e que por "ciúme extremo" terá cometido este crime.
A família do suspeito, ainda de acordo com o Le Figaro, sabia que Octaviano possuía uma arma, com a qual terá assassinado a nora Lizabete.
Esta personalidade violenta, contudo, contrasta com a aparente calma e reserva com que desempenhava funções como funcionário municipal no departamento de Desporto da cidade, num ginásio onde lidava com crianças.
"Tal como outros, desempenhava bem o seu trabalho. Como toda a gente, fiquei muito surpreendido com tudo o que aconteceu", disse ao Le Figaro um homem que frequenta habitualmente o espaço, chocado com os acontecimentos.
Ainda de acordo com fontes policiais citadas pelo Le Figaro, Octaviano não terá ligações a qualquer rede criminosa, como chegou a ser noticiado.
O suspeito pediu uma mota emprestada a um amigo. E foi na 'scoooter' que na quarta-feira passada realizou os disparos contra a nora, acabando por matá-la. A mota foi encontrada abandonada perto de uma estação de comboios, sem matrícula. Mas as autoridades conseguiram chegar ao dono, que chegou a ser detido, juntamente com outras duas pessoas, para se perceber se de alguma forma tinham sido cúmplices. Mas acabaram por ser libertadas.
Correio da Manhã
Em Portugal foi condenado por roubo à mão armada e agressão simples. Já em França foi acusado de violação, mas o caso foi arquivado. Dias antes do crime agrediu a companheira, sogra da vítima.
Lizabete, uma jovem de 23 anos, foi brutalmente assassinada na quarta-feira em Nice, França. O principal suspeito, seu sogro, português de 45 anos, de nome Octaviano, foi detido no sábado e ficou em prisão preventiva. Mas no primeiro interrogatório ficou em silêncio, pelo que as causas do crime continuam por apurar.
As autoridades, dada a ligação familiar, estão a tratar o caso como uma rixa familiar e tentam agora perceber os dois lados da personalidade de Octaviano: por um lado um homem violento, por outro um funcionário sem registo de problemas a nível profissional.
A jovem foi morta na quarta-feira, baleada dentro do seu próprio carro numa rua em Nice, com pelo menos dez tiros. Lizabete tinha ao seu lado, no lugar do pendura, a filha bebé de sete meses, que escapou ilesa.
Octaviano MV, assim se chama o suspeito, tem 45 anos e trabalhava como funcionário municipal no departamento de Desporto da cidade de Nice. De acordo com o jornal Le Figaro, não existem registos de problemas a nível profissional, mas o suspeito tem um longo historial de violência.
Dias antes deste crime horrendo, a 18 de janeiro, Octaviano foi colocado debaixo de supervisão policial depois de ter sido detido por agressão qualificada contra a sogra da vítima. Ficou impedido de a contactar e foi obrigado a submeter-se a um tratamento.
Octaviano, contudo, tem outros registos de violência associados. Segundo o Le Figaro, em 2014, já em França, chegou a ser acusado de violação, mas o caso foi arquivado por falta de provas. Em França foi apenas condenado por conduzir sem carta.
As autoridades francesas estão igualmente a investigar outros antecedentes criminais do suspeito, ainda relativos ao tempo em que viveu em Portugal. De acordo com o Le Figaro, no início da década de 2000 foi acusado de roubo qualificado. O jornal Nice Matin adiantou que chegou a ser condenado no nosso País por por roubo à mão armada e agressão simples.
Uma fonte conhecedora do processo confirmou ao Le Figaro o "passado violento" de Octaviano, um homem tido como "violento e ultrapossessivo" e que por "ciúme extremo" terá cometido este crime.
A família do suspeito, ainda de acordo com o Le Figaro, sabia que Octaviano possuía uma arma, com a qual terá assassinado a nora Lizabete.
Esta personalidade violenta, contudo, contrasta com a aparente calma e reserva com que desempenhava funções como funcionário municipal no departamento de Desporto da cidade, num ginásio onde lidava com crianças.
"Tal como outros, desempenhava bem o seu trabalho. Como toda a gente, fiquei muito surpreendido com tudo o que aconteceu", disse ao Le Figaro um homem que frequenta habitualmente o espaço, chocado com os acontecimentos.
Ainda de acordo com fontes policiais citadas pelo Le Figaro, Octaviano não terá ligações a qualquer rede criminosa, como chegou a ser noticiado.
O suspeito pediu uma mota emprestada a um amigo. E foi na 'scoooter' que na quarta-feira passada realizou os disparos contra a nora, acabando por matá-la. A mota foi encontrada abandonada perto de uma estação de comboios, sem matrícula. Mas as autoridades conseguiram chegar ao dono, que chegou a ser detido, juntamente com outras duas pessoas, para se perceber se de alguma forma tinham sido cúmplices. Mas acabaram por ser libertadas.
Correio da Manhã
