Luisao27
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Pesquisadores australianos afirmaram que uma combinação de novos tratamentos pode parar o avanço da forma mais mortal de câncer de pele do mundo, o melanoma, interrompendo a sua propagação para outros órgãos.
Os resultados de dois estudos realizados pelo Melanoma Institute Australia, com sede em Sydney, mostraram-se bem sucedidos em pacientes com melanoma estágio III, cujos tumores tinham sido removidos cirurgicamente. Até agora, esses pacientes apresentavam alto risco (40 a 70%) da doença tornar-se avançada e fatal.
Com a nova pesquisa, os cientistas mostraram que é possível impedir que a doença se espalhe, efetivamente salvando vidas.
[h=2]Lidando com o perigo da metástase[/h] Um a cada três cânceres diagnosticados é de pele, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
Embora 90% das pessoas possam ser curadas removendo o câncer primário através da cirurgia, ele se espalha nos outros 10% porque é detectado muito tarde.
Segundo a diretora médica do instituto australiano, Georgina Long, o objetivo final de fazer do melanoma uma doença crônica e não terminal está agora muito mais próximo de ser alcançado.
“Estes resultados vão mudar a forma como tratamos os pacientes com melanoma, bem como a sua qualidade de vida”, acrescentou Long. “Até agora, os pacientes no estágio III que tiveram seus tumores cirurgicamente removidos simplesmente tinham que jogar o jogo da espera, para ver se o melanoma iria se espalhar. Viver com tanto medo os afeta severamente, bem como seus entes queridos”.
[h=2]Os estudos[/h] Os pesquisadores realizaram dois ensaios clínicos de 12 meses, um baseado em imunoterapia e outro com terapias direcionadas. Ambos foram bem-sucedidos na prevenção da propagação da doença.
Em um deles, terapias específicas (dabrafenib e trametinib) bloquearam a ação de um gene, o BRAF, que é um estimulante para o melanoma. Isso não só impediu que o câncer no estágio III fosse recorrente, como aumentou a sobrevida global dos pacientes.
O outro tratou pacientes com nivolumab ou ipilimumab, drogas de imunoterapia projetadas para “reiniciar” o sistema imunológico a fim de atacar células de melanoma. Os resultados mostraram que o nivolumab, em particular, diminuiu a chance de recaída nos pacientes.
“Esses ensaios clínicos mostram que agora temos munições para prevenir a propagação e o avanço do melanoma, uma área crítica do comportamento da doença sobre a qual não tínhamos controle”, disse Long.
A pesquisa foi publicada na revista científica New England Journal of Medicine.

Os resultados de dois estudos realizados pelo Melanoma Institute Australia, com sede em Sydney, mostraram-se bem sucedidos em pacientes com melanoma estágio III, cujos tumores tinham sido removidos cirurgicamente. Até agora, esses pacientes apresentavam alto risco (40 a 70%) da doença tornar-se avançada e fatal.
Com a nova pesquisa, os cientistas mostraram que é possível impedir que a doença se espalhe, efetivamente salvando vidas.
[h=2]Lidando com o perigo da metástase[/h] Um a cada três cânceres diagnosticados é de pele, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
Embora 90% das pessoas possam ser curadas removendo o câncer primário através da cirurgia, ele se espalha nos outros 10% porque é detectado muito tarde.
Segundo a diretora médica do instituto australiano, Georgina Long, o objetivo final de fazer do melanoma uma doença crônica e não terminal está agora muito mais próximo de ser alcançado.
“Estes resultados vão mudar a forma como tratamos os pacientes com melanoma, bem como a sua qualidade de vida”, acrescentou Long. “Até agora, os pacientes no estágio III que tiveram seus tumores cirurgicamente removidos simplesmente tinham que jogar o jogo da espera, para ver se o melanoma iria se espalhar. Viver com tanto medo os afeta severamente, bem como seus entes queridos”.
[h=2]Os estudos[/h] Os pesquisadores realizaram dois ensaios clínicos de 12 meses, um baseado em imunoterapia e outro com terapias direcionadas. Ambos foram bem-sucedidos na prevenção da propagação da doença.
Em um deles, terapias específicas (dabrafenib e trametinib) bloquearam a ação de um gene, o BRAF, que é um estimulante para o melanoma. Isso não só impediu que o câncer no estágio III fosse recorrente, como aumentou a sobrevida global dos pacientes.
O outro tratou pacientes com nivolumab ou ipilimumab, drogas de imunoterapia projetadas para “reiniciar” o sistema imunológico a fim de atacar células de melanoma. Os resultados mostraram que o nivolumab, em particular, diminuiu a chance de recaída nos pacientes.
“Esses ensaios clínicos mostram que agora temos munições para prevenir a propagação e o avanço do melanoma, uma área crítica do comportamento da doença sobre a qual não tínhamos controle”, disse Long.
A pesquisa foi publicada na revista científica New England Journal of Medicine.
