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Primeira-ministra do Japão admite possibilidade de cimeira com Teerão
Sanae Takaichi assumiu também que o país se está a preparar para um conflito prolongado no Médio Oriente.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, admitiu esta segunda-feira a possibilidade de realizar uma cimeira com Teerão, apesar do prazo de Trump para atacar as infraestruturas energéticas iranianas, caso o Irão não reabra o Estreito de Ormuz.
"Estão a ser feitos preparativos para manter conversações com os líderes iranianos quando for oportuno", afirmou a chefe do Governo durante uma sessão parlamentar, em declarações recolhidas pelos meios de comunicação japoneses.
Takaichi afirmou ainda que o seu país se está a preparar para "qualquer situação", incluindo um conflito prolongado no Médio Oriente e o seu possível impacto no abastecimento de petróleo bruto.
Este fim de semana, a líder nipónica garantiu que o Japão dispõe de reservas de petróleo suficientes para aproximadamente oito meses e que a aquisição de crude a fornecedores alternativos "avança constantemente", numa mensagem publicada na rede social X.
O arquipélago importa do Médio Oriente cerca de 90% do petróleo que consome, e o encerramento do Estreito de Ormuz na sequência da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão obrigou o país a libertar milhões de barris das reservas estratégicas e a subsidiar as petrolíferas para reduzir os preços dos combustíveis.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar no domingo submeter o Irão ao "inferno" quando expirar o ultimato que deu à República Islâmica para desbloquear o estreito, embora tenha posteriormente dado a entender que irá prolongar o prazo por mais 24 horas, até às 20:00 de terça-feira, dia 07, em Washington (00:00 TMG de quarta-feira).
Correio da Manhã
Sanae Takaichi assumiu também que o país se está a preparar para um conflito prolongado no Médio Oriente.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, admitiu esta segunda-feira a possibilidade de realizar uma cimeira com Teerão, apesar do prazo de Trump para atacar as infraestruturas energéticas iranianas, caso o Irão não reabra o Estreito de Ormuz.
"Estão a ser feitos preparativos para manter conversações com os líderes iranianos quando for oportuno", afirmou a chefe do Governo durante uma sessão parlamentar, em declarações recolhidas pelos meios de comunicação japoneses.
Takaichi afirmou ainda que o seu país se está a preparar para "qualquer situação", incluindo um conflito prolongado no Médio Oriente e o seu possível impacto no abastecimento de petróleo bruto.
Este fim de semana, a líder nipónica garantiu que o Japão dispõe de reservas de petróleo suficientes para aproximadamente oito meses e que a aquisição de crude a fornecedores alternativos "avança constantemente", numa mensagem publicada na rede social X.
O arquipélago importa do Médio Oriente cerca de 90% do petróleo que consome, e o encerramento do Estreito de Ormuz na sequência da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão obrigou o país a libertar milhões de barris das reservas estratégicas e a subsidiar as petrolíferas para reduzir os preços dos combustíveis.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar no domingo submeter o Irão ao "inferno" quando expirar o ultimato que deu à República Islâmica para desbloquear o estreito, embora tenha posteriormente dado a entender que irá prolongar o prazo por mais 24 horas, até às 20:00 de terça-feira, dia 07, em Washington (00:00 TMG de quarta-feira).
Correio da Manhã
