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Pulseira eletrónica para mulher que exerceu violência física e psicológica sobre a mãe em Ponte de Lima
Agressora está proibida de contactar a vítima e de se aproximar da casa da mesma.
Uma mulher de 26 anos ficou com pulseira eletrónica após ter sido detida em Ponte de Lima, por violência doméstica sobre a mãe de 57 anos, revelou esta quinta-feira a GNR de Viana do Castelo.
Em comunicado enviado às redações, o Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo explica que, após ter sido presente a autoridade judiciária, além da medida de coação de pulseira eletrónica, foi decretado o afastamento da residência da vítima por 200 metros e proibição de contacto com a mesma.
Na nota, a GNR esclarece que a detenção ocorreu "no âmbito de uma investigação por violência doméstica", tendo "os militares da Guarda efetuado diligências que permitiram apurar que a agressora exercia violência física e psicológica sobre a vítima, sua mãe de 57 anos, causando medo e inquietação na vítima".
O mandado de detenção foi executado, na terça-feira, pelo Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE).
Correio da Manhã

Agressora está proibida de contactar a vítima e de se aproximar da casa da mesma.
Uma mulher de 26 anos ficou com pulseira eletrónica após ter sido detida em Ponte de Lima, por violência doméstica sobre a mãe de 57 anos, revelou esta quinta-feira a GNR de Viana do Castelo.
Em comunicado enviado às redações, o Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo explica que, após ter sido presente a autoridade judiciária, além da medida de coação de pulseira eletrónica, foi decretado o afastamento da residência da vítima por 200 metros e proibição de contacto com a mesma.
Na nota, a GNR esclarece que a detenção ocorreu "no âmbito de uma investigação por violência doméstica", tendo "os militares da Guarda efetuado diligências que permitiram apurar que a agressora exercia violência física e psicológica sobre a vítima, sua mãe de 57 anos, causando medo e inquietação na vítima".
O mandado de detenção foi executado, na terça-feira, pelo Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE).
Correio da Manhã