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Informação Quer viver mais? Mudanças de minutos podem fazer diferença, diz estudo

Lordelo

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Se, porventura, uma das resoluções que fez no Ano Novo foi levar uma vida mais saudável, saiba que não é preciso correr horas na passadeira para o conseguir.


Segundo um novo estudo da revista eClinicalMedicine, pequenas mudanças no estilo de vida poderão ter um enorme impacto na sua saúde e, consequentemente, no aumento dos anos de vida.


Para isto, segundo os investigadores, basta fazer pequenas alterações nos hábitos de sono, rotina de exercício físico e dieta.


No âmbito da investigação, cientistas da Universidade de Sidney, Austrália, analisaram os comportamentos de mais de 59 mil adultos. Os participantes usavam dispositivos de pulso que monitorizavam o seu sono e movimentos durante uma semana. Estes também receberam pontuações para as respetivas dietas.


O estudo apurou que pessoas com os piores hábitos de saúde, neste caso aquelas que dormiam em média 5 horas por noite, exercitavam-se apenas alguns minutos por dia e tinham uma pontuação baixa na dieta, poderiam ganhar um ano de vida se fizessem pequenos ajustes combinados, incluindo dormir apenas mais 5 minutos por noite, fazer mais 1,9 minutos de exercício por dia e acrescentar metade de uma porção de vegetais à dieta.


O aumento de um ano na expectativa de vida poderia ser alcançado se a pessoa em questão dormisse 25 minutos a mais por noite, praticasse 2,3 minutos a mais de exercício físico e comesse uma porção a menos de carne processado por semana, por exemplo.


Tendo isto em conta, mudanças maiores trazem impactos mais notórios. Dormir 180 minutos a mais por noite, aumentar o exercício em quase 25 minutos e melhorar substancialmente a dieta pode prolongar a vida até 10 anos.


"Os resultados sugerem que focar em pequenas mudanças combinadas em múltiplos comportamentos pode oferecer uma estratégia mais poderosa e sustentável para melhorar os resultados de saúde do que visar mudanças maiores num comportamento individual”, disse o Dr. Nicholas Koemel, co-líder da pesquisa, à Universidade de Sidney.

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