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Notícias Ralo de piscina sugou intestino de menina de 3 anos (que sobreviveu)

Lordelo

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Uma menina de três anos ficou gravemente ferida durante umas férias de família no México. A criança terá ficado presa no ralo da piscina do resort Punt Mita, tendo o seu intestino delgado sido sugado.


Paloma Quatrini, hoje com cinco anos, estava a poucos dias de celebrar mais um ano de vida quando aconteceu o incidente.


A CBS News explica que Paloma estava a brincar com os primos na piscina para crianças quando se sentou. A proteção do ralo, que alegadamente estaria com algum defeito, soltou-se, tendo começado a fazer uma forte sucção.


Assim, a força da sucção era tão grande que Paloma não conseguiu sair, nem foi possível ser puxada.


Num momento de rápido raciocínio, a tia da menina percebeu que seria necessário desligar a bomba da piscina. No entanto, o botão não seria de fácil acesso.


"Eles tiveram de ir para debaixo de água para desligar a bomba", contou Carolina Velez, mãe de Paloma, acrescentando que demorou cerca de dois minutos.


Quando a bomba estava já desligada, foi possível retirar Paloma, mas o avô da menina, que é médico, rapidamente percebeu a extensão dos ferimentos.


Inicialmente, os médicos acreditaram que Paloma sofreria de uma condição conhecida como prolapso retal. Mas, quando a menina foi levada para cirurgia, perceberam que afinal o cenário era mais complexo.


Ou seja, a sução do ralo da piscina causos ferimentos internos graves e arrancou o intestino delgado - conhecido como evisceração, que costuma ser mortal.


Após todos os diagnósticos, a menina foi transferida de avião para um hospital de Pittsburgh, nos Estados Unidos, - cidade natal - onde foi submetida a sete cirurgias ao longo de dois meses, que serviram para estabilizar e reconstruir o que fosse possível do sistema digestivo da criança.


O incidente fez com que Paloma ficasse com danos graves no seu intestino delgado, que é o órgão responsável pela absorção de nutrientes dos alimentos.


"Todo o intestino delgado tinha desaparecido, então ligámos o cólon ao intestino. Ele está ligado, mas não existe intestino delgado", explicou o pai de Paloma.


Hoje, Paloma consegue sobreviver devido a um tratamento chamado nutrição parenteral total, que basicamente fornece nutrientes diretamente da corrente sanguínea através de um cateter central.


Todas os dias, pelas 19h00, os pais da menina conectam um tubo para que o corpo de Palome receba os nutrientes necessários. Passadas doze horas, é retirado esse tubo.


No futuro, os médicos acreditam que Paloma, de cinco anos, possa ser candidata a um transplante de intestino.


Hoje, os pais contam a história da filha como forma de alertar outras pessoas para o perigo dos ralos das piscinas.

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