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Recluso morre na cadeia do Linhó após agressão do companheiro de cela
Vítima mortal, de 24 anos, encontrava-se a cumprir uma pena de sete anos e sete meses de prisão, enquanto o agressor estava condenado a uma pena de oito anos e nove meses.
Um recluso de 24 anos foi morto este sábado de madrugada numa cela no Estabelecimento Prisional do Linhó, em Sintra, na sequência de uma altercação com quem partilhava a cela, anunciou a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.
Em comunicado, a DGRSP disse que o incidente ocorreu no interior da cela que os dois partilhavam quando um dos reclusos atacou o outro na cabeça com um ferro retirado da cama, matando-o.
A vítima mortal, de 24 anos, encontrava-se a cumprir uma pena de sete anos e sete meses de prisão, enquanto o agressor estava condenado a uma pena de oito anos e nove meses.
O guarda que procedia à abertura das celas apercebeu-se do ocorrido, tendo chamado ao local a enfermeira de serviço que confirmou a ausência de sinais vitais.
De imediato, foi acionado o protocolo para estas situações, acrescenta o comunicado da DGRSP, sublinhando ter sido ainda acionado o INEM, que confirmou o óbito.
A GNR de Alcabideche assumiu os procedimentos legais até à chegada da Polícia Judiciária a quem foi atribuída a investigação da ocorrência.
Correio da Manhã
Vítima mortal, de 24 anos, encontrava-se a cumprir uma pena de sete anos e sete meses de prisão, enquanto o agressor estava condenado a uma pena de oito anos e nove meses.
Um recluso de 24 anos foi morto este sábado de madrugada numa cela no Estabelecimento Prisional do Linhó, em Sintra, na sequência de uma altercação com quem partilhava a cela, anunciou a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.
Em comunicado, a DGRSP disse que o incidente ocorreu no interior da cela que os dois partilhavam quando um dos reclusos atacou o outro na cabeça com um ferro retirado da cama, matando-o.
A vítima mortal, de 24 anos, encontrava-se a cumprir uma pena de sete anos e sete meses de prisão, enquanto o agressor estava condenado a uma pena de oito anos e nove meses.
O guarda que procedia à abertura das celas apercebeu-se do ocorrido, tendo chamado ao local a enfermeira de serviço que confirmou a ausência de sinais vitais.
De imediato, foi acionado o protocolo para estas situações, acrescenta o comunicado da DGRSP, sublinhando ter sido ainda acionado o INEM, que confirmou o óbito.
A GNR de Alcabideche assumiu os procedimentos legais até à chegada da Polícia Judiciária a quem foi atribuída a investigação da ocorrência.
Correio da Manhã
