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Informação Será seguro voltar a fritar em óleo que já foi usado?

Lordelo

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Acabou de fritar batatas em casa e guarda o óleo. Passados alguns dias, volta a aquecê-lo e a fritar mais umas coisas. Será que este hábito pode trazer alguns riscos para a sua saúde? Uma nutricionista revela o que pode acontecer.


Ewa Trusewicz é nutricionista e revelou ao website Gotowanie o que pode acontecer se fritar duas vezes no mesmo óleo. Explicou que pode tornar-se uma fonte de substâncias nocivas que acaba por infiltrar-se no interior dos medicamentos que irá consumir.


Fritar no mesmo óleo?​


“O óleo guardado incorretamente, principalmente após a fritura, pode desenvolver toxinas. Além disso, fritar de formas repetida no mesmo óleo promove a formação de compostos cancerígenos”, explica Ewa Trusewicz.


Apesar de alguns riscos, poderá conseguir guardar em segurança o óleo e utilizá-lo sem grande problema. A especialista diz que temperatura do óleo é fundamental, ou seja, não usá-lo até ao ponto de queimar por completo.


Assim, recomenda a evitar ferver o óleo que está a usar e reduzir o tempo que é utilizado. “O aquecimento prolongado da gordura em altas temperaturas leva a reações químicas indesejáveis.”


Diz que o azeite é rico em gorduras monoinsaturadas podem ser a opção mais saudável para a saúde cardiovascular. “Ao escolher óleos para fritar, considere não apenas o sabor, mas também os benefícios para a saúde.” Adianta ainda que “fritar pode ser mais saudável se seguirmos algumas regras básicas”.


Cinco motivos para deixar de comer fritos​


É difícil resistir a umas batatas fritas ou a uns rissóis. No entanto, os malefícios que o consumo em excesso de alimentos fritos traz para a saúde são muitos.


Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, listou cinco motivos para deixar de comer alimentos fritos. Confira:


Podem provocar diabetes. Segundo Cyntia, o consumo de alimentos fritos leva à resistência à insulina, hormona que controla as taxas de glicose no sangue. “A resistência à insulina é quando a insulina que circula no sangue não exerce a sua atividade de forma plena. As principais consequências são cansaço, mal-estar, dores de cabeça, falta de energia e, em alguns casos, o desenvolvimento do diabetes”, afirma.


Aumenta o risco doenças cardiovasculares. De acordo com a nutricionista, quando os óleos utilizados para fritar alimentos são submetidos a alta temperatura as suas características químicas alteram-se, transformando-os em gorduras saturadas que, muitas vezes, se acumulam nos vasos sanguíneos e entopem as artérias. “Essa acumulação impede a passagem do sangue para o coração, o que pode provocar um enfarte ou um AVC (Acidente Vascular Cerebral), caso o sangue fique impedido de chegar ao cérebro”, explica.


Fritos são inimigos de uma alimentação com baixo valor calórico. Para quem deseja emagrecer, excluir os fritos do menu é o primeiro passo. “Além dos malefícios para a saúde, a acumulação de gordura abdominal e o aumento de peso são consequências de seguir um menu que dá prioridade à ingestão de opções fritas”, destaca Cyntia.


Provoca a perda de nutrientes nos alimentos. A consultora da Superbom ressalta que, quando um alimento é colocado em óleo, seja ele vegetal ou animal, a uma alta temperatura, ele desidrata-se e perde nutrientes, principalmente substâncias antioxidantes como as vitaminas. “Por isso, além de mais calóricos, os alimentos fritos são menos nutritivos”.


Contribuem para o envelhecimento. O consumo em excesso de gordura saturada, presente nos fritos, é um fator que contribui para o aumento da produção de radicais livres no nosso organismo. “O grande problema é que a libertação excessiva de radicais livres causa um fenómeno conhecido como stresse oxidativo, que está associado ao envelhecimento”, conclui a especialista.

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