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Testemunha denuncia cabecilhas do grupo acusado de agredir imigrantes e pessoas sem-abrigo em Olhão
Durante a sessão, a testemunha chorou duas vezes ao recordar os factos.
Os quatro jovens acusados de agredir imigrantes e pessoas sem-abrigo em Olhão regressaram esta quinta-feira a tribunal. Uma das duas testemunhas ouvidas pelo coletivo de juízas reconheceu que, dentro do grupo 8700, do qual também fazia parte, existiam dois elementos com maior preponderância.
"Para incentivar era o ‘G.’ e o ‘D.’. O ‘N.’ era influenciado pelos dois", assumiu a testemunha. Durante a audiência explicou ainda como eram escolhidas as vítimas das agressões. "Bastava serem homens, tinham de ser mais frágeis." Durante a sessão, a testemunha chorou duas vezes ao recordar os factos.
Correio da Manhã
Durante a sessão, a testemunha chorou duas vezes ao recordar os factos.
Os quatro jovens acusados de agredir imigrantes e pessoas sem-abrigo em Olhão regressaram esta quinta-feira a tribunal. Uma das duas testemunhas ouvidas pelo coletivo de juízas reconheceu que, dentro do grupo 8700, do qual também fazia parte, existiam dois elementos com maior preponderância.
"Para incentivar era o ‘G.’ e o ‘D.’. O ‘N.’ era influenciado pelos dois", assumiu a testemunha. Durante a audiência explicou ainda como eram escolhidas as vítimas das agressões. "Bastava serem homens, tinham de ser mais frágeis." Durante a sessão, a testemunha chorou duas vezes ao recordar os factos.
Correio da Manhã