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Trabalhador da recolha do lixo salva recém-nascida em contentor no Rio de Janeiro. Achou tratar-se de uma boneca
Homem, que é pai de uma menina, quer adotar a criança.
O desejo de um funcionário da limpeza urbana do Rio de Janeiro em dar à filha pequena o que inicialmente imaginou ser uma boneca que encontrou abandonada num contentor de recolha de resíduos domésticos na Rua Ouro Preto, no bairro de Madureira salvou a vida de uma recém-nascida abandonada dentro de um saco de plástico. Ao separar o saco ainda fechada com o que lhe pareceu ter o formato de uma boneca e colocá-la no chão enquanto terminava a limpeza do contentor, a bebé começou a chorar e deixou o funcionário e os colegas estarrecidos ao perceberem que, na verdade, se tratava de uma criança.
“Eu estava quase a terminar o serviço e a voltar para casa quando cheguei ao contentor. Apanhei uma caixa no contentor de lixo e joguei para dentro do camião de recolha. Quando voltei para buscar mais coisas no contentor vi a sacola com aquela forma e pensei, caramba, ganhei uma boneca, vou levar para a minha filha”, contou o “gari” (funcionário da recolha de lixo no Rio de Janeiro) Samuel da Silva Santos, sem esconder a emoção ao lembrar do momento em que descobriu a recém-nascida.
E não é para menos. Não fosse o facto de ser pai de uma menina ainda pequena e querer presentear a filha com o que supôs ser uma boneca, a bebé teria sido atirada, como todo o resto do contentor de lixo, para dentro do camião da Comlurb, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana, e triturada.
Samuel e os colegas chamaram a polícia e a bebé foi levada imediatamente para receber atendimento médico e os primeiros cuidados na Maternidade Herculano Pinheiro, também no bairro de Madureira. De acordo com informações da maternidade, mesmo tendo sido abandonada logo após o nascimento e ficado não se sabe por quantas horas dentro do saco plástico no meio do lixo, a bebé apresentava boas condições de saúde.
Agora, Samuel não quer separar-se mais da menina, que visitou na maternidade assim que terminou o seu trabalho no final da madrugada desta terça-feira, dia em que tudo aconteceu. Ele contou que vai pedir a ajuda de advogados para tentar iniciar o processo de adoção da bebé que salvou e a quem já se afeiçoou.
Correio da Manhã

Homem, que é pai de uma menina, quer adotar a criança.
O desejo de um funcionário da limpeza urbana do Rio de Janeiro em dar à filha pequena o que inicialmente imaginou ser uma boneca que encontrou abandonada num contentor de recolha de resíduos domésticos na Rua Ouro Preto, no bairro de Madureira salvou a vida de uma recém-nascida abandonada dentro de um saco de plástico. Ao separar o saco ainda fechada com o que lhe pareceu ter o formato de uma boneca e colocá-la no chão enquanto terminava a limpeza do contentor, a bebé começou a chorar e deixou o funcionário e os colegas estarrecidos ao perceberem que, na verdade, se tratava de uma criança.
“Eu estava quase a terminar o serviço e a voltar para casa quando cheguei ao contentor. Apanhei uma caixa no contentor de lixo e joguei para dentro do camião de recolha. Quando voltei para buscar mais coisas no contentor vi a sacola com aquela forma e pensei, caramba, ganhei uma boneca, vou levar para a minha filha”, contou o “gari” (funcionário da recolha de lixo no Rio de Janeiro) Samuel da Silva Santos, sem esconder a emoção ao lembrar do momento em que descobriu a recém-nascida.
E não é para menos. Não fosse o facto de ser pai de uma menina ainda pequena e querer presentear a filha com o que supôs ser uma boneca, a bebé teria sido atirada, como todo o resto do contentor de lixo, para dentro do camião da Comlurb, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana, e triturada.
Samuel e os colegas chamaram a polícia e a bebé foi levada imediatamente para receber atendimento médico e os primeiros cuidados na Maternidade Herculano Pinheiro, também no bairro de Madureira. De acordo com informações da maternidade, mesmo tendo sido abandonada logo após o nascimento e ficado não se sabe por quantas horas dentro do saco plástico no meio do lixo, a bebé apresentava boas condições de saúde.
Agora, Samuel não quer separar-se mais da menina, que visitou na maternidade assim que terminou o seu trabalho no final da madrugada desta terça-feira, dia em que tudo aconteceu. Ele contou que vai pedir a ajuda de advogados para tentar iniciar o processo de adoção da bebé que salvou e a quem já se afeiçoou.
Correio da Manhã