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Notícias Traficante portuguesa em fuga há 6 anos apanhada no Carnaval da Bahia

Lordelo

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Uma mulher de nacionalidade portuguesa, que era procurada internacionalmente por tráfico de drogas, foi detida, na semana passada, no Brasil, depois de ter sido apanhada a festejar o Carnaval no bairro do Arenoso, em Salvador da Bahia.




De acordo com os meios de comunicação social brasileiros, Paula Patrícia Moreira Gonçalves, de 42 anos, foi deteda em fevereiro pelo sistema de reconhecimento facial da Secretaria da Segurança Pública da Bahia e desde essa altura que estava a ser vigiada pelas autoridades.


A semana passada, no dia 1 de abril, Paula, que vivia na capital baiana e usava o nome falso de Elizandra Oliveira, foi detida.


Sob a mulher pendia um mandado de detenção internacional por fuga à Justiça portuguesa. Patrícia foi condenada a quatro anos de prisão na cidade do Porto há cerca de seis anos.


A mulher, que era procurada pela Interpol, aguarda agora detida os trâmites legais para o processo de extradição para Portugal.


Ligações a agiota de facção criminosa da Bahia


De acordo com o G1, a portuguesa está a ser investigada também no Brasil por ser, alegadamente, "parceira" do agiota de uma facção criminosa da Bahia,


Apesar do nome do agiota não ter sido divulgaado, este é apontado pela imprensa brasileira "como braço-direito de uma facção criminosa do estado, que tem relação com uma organização criminosa de São Paulo".


E, de acordo com os jornais, Paula Patrícia Moreira Gonçalves e o agiota trabalhariam juntos para "estabelecer um repasse de drogas para a Europa".


Já o site brasileiro Correio 24 horas, avança com a informação que Patrícia mantém mesmo uma "relação amorosa" com o agiota em questão, que pertencerá ao Bonde do Maluco (BDM). Também ela estaria autorizada por esta organização criminosa a emprestar dinheiro a juros altos aos moradores do Arenoso.


Paula Patrícia foi condenada pelo crime de tráfico de droga na cidade do Porto. Em 2020, fugiu do país, em desrespeito com as medidas de coação aplicadas. Desde aí que era considerada foragida. No Brasil, utilizava documentos falsos para tentar escapar das forças policiais.

IN:NM
 
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