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Tudo sobre Gravidez

maioritelia

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O que é uma gravidez ectópica?


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Quando o feto se desenvolve fora do útero


Vulgarmente chamada gravidez fora do lugar, a gravidez ectópica é aquela em que o feto se desenvolve fora do útero, podendo localizar-se na trompa de Falópio, no canal cervical ou na cavidade pélvica ou abdominal.

Normalmente, a fecundação do óvulo ocorre na trompa de Falópio e o ovo resultante é transportado até ao útero.



É neste local que ocorre a implantação. Qualquer alteração neste percurso natural pode levar a que a implantação ocorra noutro local, com destaque para a própria trompa. Uma obstrução tubária decorrente de infeções pélvicas anteriores, cirurgias ou alterações da motilidade das trompas são as principais causas de gravidez ectópica.

Sintomas

Clinicamente, a gravidez ectópica pode ser assintomática ou manifestar-se por pequenas perdas de sangue vaginais e dores abdominais, em mulheres com um atraso menstrual. Como na gravidez ectópica o produto de conceção se implanta num local que não se encontra preparado para uma gravidez, uma de duas situações pode ocorrer:

- A gravidez não evolui, e o revestimento uterino descama, provocando perdas hemáticas (de sangue) vaginais.

- A gravidez evolui e existe o risco de rutura e hemorragia, com maior morbilidade e mortalidade materna associada.

Diagnóstico

O diagnóstico de gravidez ectópica é cada vez mais ecográfico, mesmo antes do desenvolvimento de sintomas. Caracteristicamente, numa mulher com um teste de gravidez positivo, a ecografia revela um útero vazio e permite a identificação da gravidez em localização anómala. Raramente há necessidade de recorrer a outros exames de imagem.

Tratamentos

Relativamente aos tratamentos, podemos considerar três abordagens diferentes:

- Atitude expectante, que consiste numa vigilância clínica e laboratorial

- Tratamento médico com utilização de metotrexato intramuscular

- Tratamento cirúrgico com remoção exclusiva do feto ou da trompa afetada se existirem lesões tubárias extensas.

A decisão quanto ao tratamento a adotar é feita ponderando caso a caso.

Essa avaliação, rigorosa, é feita de acordo com critérios clínicos, ecográficos e analíticos.

Os riscos

São considerados fatores de alto risco antecedentes de cirurgia ou patologia tubária, gravidez ectópica anterior, exposição in útero ao DES (dietilstilbestrol) e DIU (dispositivo intrauterino).

As mulheres que recorreram a tratamentos de infertilidade, já tiveram infeções genitais e têm ou tiveram múltiplos parceiros sexuais correm um risco moderado. Os fatores de baixo risco são a cirurgia abdominal ou pélvica prévia, o tabagismo, o duche vaginal e a primeira relação sexual antes dos 18 anos.

Como prevenir

É muito difícil de prevenir. Por um lado, apesar de identificados os principais fatores de risco, a maioria das gravidezes ectópicas ocorre em mulheres sem fatores de risco conhecidos.

Por outro, existem fatores de risco que não são preveníveis. Não obstante, podemos considerar como medidas redutoras de risco a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis responsáveis por doença inflamatória pélvica, a evicção tabágica e o uso correto dos métodos contracetivos.
 

maioritelia

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Mulheres que querem (mesmo) muito ser mães

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Crise económica está a afetar recurso a técnicas de procriação medicamente assistida


Maria de Fátima Pires tem 38 anos. Há cinco que anda a tentar engravidar.



Há cerca de dois, resolveu recorrer a um processo de procriação medicamente assistida. Ainda não foi bem sucedida.


«A questão nem é a falha de outros métodos [mais tradicionais]. É mesmo o corpo humano que resolveu não colaborar», desabafa com algum desgaste e muita tristeza. «Fui adiando a gravidez por opção mas nunca pensei que pudesse ter dificuldades em engravidar quando um dia tentasse», confessa.


Tal como Maria de Fátima Pires, existem muitas mulheres que querem (mesmo) muito ser mães. Muitas delas, apesar da austeridade económica e dos custos dos tratamentos, não desistem de recorrer a processos de procriação medicamente assistida, como prova um estudo recente do IVI Lisboa, a delegação da capital da que foi a primeira instituição espanhola especializada exclusivamente na reprodução humana.


Segundo esta investigação, o recurso a estas técnicas não diminuiu com a crise nalgumas das faixas etárias. Entre os casais com mulheres com idade igual ou superior a 38 anos, como é o caso de Maria de Fátima Pires, a procura registou mesmo um aumento que oscila entre os 27% e os 41%. Esta é, pelo menos, uma das principais conclusões do estudo «Quem recorre à procriação medicamente assistida em tempos de crise?», apresentado em Lisboa.


«À diminuição no número de tratamentos de procriação medicamente assistida realizados em Portugal, soma-se uma maior proporção de pacientes em idade reprodutiva avançada e pior prognóstico, ambos fatores que levam a uma redução no número de crianças nascidas como resultados destes tratamentos», refere o comunicado de divulgação do estudo.



«Os resultados demonstram que, desde 2010, tem havido um aumento significativo na percentagem de pacientes na faixa dos 38 anos ou mais. Concretamente, em 2010, estas mulheres representavam 27% do total de pacientes que realizaram tratamentos de procriação medicamente assistida», revela o documento.



«Um ano mais tarde, eram 33% e, no ano passado, chegaram a 36%. No corrente ano [2013], a percentagem de mulheres nesta faixa etária corresponde a 41% das que realizaram tratamentos de fecundação in vitro», aponta ainda o estudo da IVI, empresa que actualmente conta com uma rede de 24 clínicas em sete países, incluindo Portugal.



«Para além do que se tem afirmado que estão a ser realizados menos tratamentos de procriação medicamente assistida em Portugal, observa-se uma clara e forte tendência, no contexto de alguns centros privados, ao aumento da idade das mulheres que se submetem a tratamentos de fecundação in vitro», realça Sérgio Soares, diretor do IVI Lisboa, que aponta também uma justificação para o facto.


«O aumento da proporção de tratamentos nessa faixa etária reflete que a situação económica atual e a instabilidade laboral podem ter um impacto mais forte nos casais com menos idade, determinando, nestes, um adiamento do projeto reprodutivo», afirma ainda o responsável. «À medida que aumenta a idade da mulher, diminui a quantidade e a qualidade dos óvulos», sublinha.
 

maioritelia

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O tratamento da AIDS na gravidez deve ser feito para evitar a transmissão do HIV para o bebê e para prevenir infecções na grávida que, devido à gestação, pode apresentar sistema imune ainda mais enfraquecido.

Normalmente, o obstetra pede o exame de AIDS na gravidez no primeiro trimestre de gestação para verificar se a mulher tem AIDS e então iniciar o tratamento com antivirais o mais rápido possível, para diminuir o risco de transmissão para o bebê.

A transmissão da AIDS pode acontecer durante a gestação, parto ou aleitamento materno, porque o vírus passa através do sangue ou secreções.

Sintomas de AIDS na gravidez

Os sintomas de AIDS na gravidez incluem:
•Febre e dor de cabeça;
•Fadiga e cansaço excessivo;
•Inchaço das ínguas;
•Dificuldade para aumentar de peso;
•Infecções recorrentes, como candidíase vaginal.

Porém, a maior parte das mulheres não reconhece os sintomas de AIDS e, por isso, é importante que seja feito o exame de sangue no início da gravidez para confirmar a infecção pelo HIV.

Tratamento para AIDS na gravidez

O tratamento para AIDS na gravidez deve ser iniciado antes do 2º trimestre de gravidez sob orientação do obstetra e, geralmente, inclui a ingestão de 3 remédios orais contra o HIV.

No entanto, quando a mulher já iniciou o tratamento da AIDS antes da gravidez, deve informar o obstetra para revisar os remédios, uma vez que alguns antivirais, como o Efavirenz, podem provocar malformações no feto.

O tratamento para AIDS na gravidez deve ser mantido mesmo após o parto, para evitar que a mulher desenvolva infecções graves, como pneumonia, meningite ou tuberculose.

Parto da gestante com AIDS

O parto da gestante com AIDS deve ser cesariana eletiva, ou seja, marcada, para que o AZT possa correr na veia da paciente pelo menos 4h antes do nascimento do bebê, diminuindo assim a chance de transmissão vertical do HIV para o feto.

Após o parto da gestante com AIDS, o bebê deve tomar o AZT, durante 6 semanas e a amamentação está contraindicada, devendo ser utilizada uma fórmula de leite em pó.

Os medicamentos da AIDS são fornecidos gratuitamente pelo SUS.

Como saber se o bebê tem AIDS

Para saber se o bebê tem AIDS, devem ser realizados três exames de sangue. O primeiro deve ser feito entre os 14 e os 21 dias de vida, o segundo entre o 1º e 2º mês de vida e o terceiro entre o 4º e 6º mês.

O diagnóstico de AIDS no bebê é confirmado quando há 2 exames de sangue com resultado positivo para o HIV.
 

maioritelia

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O que fazer se esquecer de tomar Ciclo 21


Ao esquecer de tomar Ciclo 21, o efeito contraceptivo da pílula pode ficar diminuído, principalmente quando mais de um comprimido é esquecido, havendo risco de engravidar.

Por isso, é importante usar outro método contraceptivo nos 7 dias seguintes ao esquecimento, como o preservativo por exemplo, para prevenir a ocorrência de uma gravidez.

Uma alternativa para quem se esquece com frequência de tomar a pílula, é trocar para outro método em que não seja necessário a toma diária. Saiba mais em: Como escolher o melhor método anticoncepcional.

Esquecimento até 12 horas em qualquer semana

Em qualquer semana, se o atraso for até 12 horas do horário habitual, deve-se tomar o comprimido esquecido assim que lembrar e tomar os próximos comprimidos no horário habitual.

Nestes casos, o efeito contraceptivo da pílula é mantido e não há risco de engravidar
 

Luz Divina

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Estimule seu bebê ainda na barriga





Estimule seu bebê ainda na barriga

Ele não precisa viver isolado do mundo e isso só depende de você!


O espaço quentinho e protegido na sua barriga não é um mundo isolado. Mesmo antes de nascer, o bebê pode sentir e escutar o que se passa com a mãe. Melhor do que saber que suas conversas com ele são ouvidas é que esses momentos dedicados a seu filho se refletem no desenvolvimento dele e, acredite, até no comportamento que terá no futuro.

Falar, acariciar a barriga, cantar e ouvir música são gestos percebidos pelos bebês ainda no útero. Esses momentos passam ao pequenino a sensação de tranqüilidade e segurança, e ajudam a estabelecer um vínculo ainda mais próximo com a mãe e o mundo que a cerca. Só isso já seria o bastante para dar toda a atenção para a barriga.

Mas tem mais. Estudos internacionais mostram que ouvir música clássica durante a gestação colabora no desenvolvimento do cérebro do baby é o chamado efeito Mozart.

Outra: o bebê estimulado desde a barriga com carinho, música e conversas tem uma capacidade maior de aprender na infância, e seu comportamento social é mais adequado", conta a terapeuta Mônica Lemos, da Universidade de Brasília.

E nem é preciso esperar ele nascer para notar os benefícios dessa atenção. Ainda na barriga, o bebê responde à mãe de uma forma muito especial , conta Mônica. "Os batimentos cardíacos ficam mais calmos, ele se movimenta, pisca e faz o movimento de sucção como se estivesse mamando quando a mãe canta, por exemplo", diz ela. Não há prazo certo para começar. Por volta da 16ª semana de vida o ouvido do feto já está formado, e ele pode escutar o que se passa lá fora.

Sabe aquela história de que a música que a mãe ouvia na gravidez é o único calmante para o recém-nascido chorão? É verdade, especialmente depois dos seis meses de gestação, quando a memória implícita já está formada no pequenino.

É esta parte do cérebro que, no futuro, dará a sensação de que aquilo já foi sentido antes. Quando estava grávida de Miguel, a atriz Nívea Stelmann aproveitava todos os momentos de tranqüilidade para estimular o bebê. Tomava longos banhos de espuma para acariciar a barriga e falar com ele, conta.

Na época, Nívea interpretava a vilã Graça, na novela global Chocolate com Pimenta. Preocupada com o impacto das cenas, ela explicava para o bebê o que estava acontecendo. Dizia para meu filho que aquilo era uma brincadeira, que a mamãe é atriz e as falas na gravação não eram o que eu pensava de verdade, lembra.

O esforço de Nívea para passar boas emoções ao bebê tem fundamento científico. Se a mãe está relaxada, o feto percebe isso e relaxa também. Se a mãe está tensa ele também é capaz de sentir e responde com tensão, diz a terapeuta Mônica. Portanto, não subestime o poder desse contato e aproveite para curtir o bebê desde já.


minhavida
 

maioritelia

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Sífilis na gravidez


A sífilis na gravidez pode prejudicar o bebê, pois quando a grávida não faz o tratamento há um grande risco do bebê pegar sífilis através da placenta e na hora do parto, podendo desenvolver graves problemas de saúde com sequelas neurológicas ou deficiência visual, por exemplo.

O tratamento da sífilis na gravidez, geralmente, é feito com Penicilina e é importante que o parceiro também faça o tratamento e que a grávida não tenha contato íntimo até ao final do tratamento.

A sífilis na gravidez tem cura quando o tratamento é feito corretamente e é confirmado no exame de VDRL que a bactéria da sífilis foi eliminada. O exame de VDRL é um exame de sangue que serve para identificar a sífilis. Ele deve ser feito no início do pré-natal e repetido no 2º trimestre, mesmo que o resultado seja negativo, pois a doença pode estar na fase latente e é importante que o tratamento seja feito na mesma.

Nas gestantes diagnosticadas com sífilis, o exame de VDRL deve ser realizado mensalmente até ao final da gravidez para confirmar a eliminação da bactéria.

Riscos da sífilis na gravidez

Os riscos da sífilis na gravidez estão relacionados com o fato da mãe poder contaminar o bebê através da placenta e do canal de parto, principalmente se a sífilis estiver na fase inicial, em que é mais transmissível.

Quando a mãe não é devidamente tratada contra a sífilis, muito provavelmente irá infectar o bebê. Além disso, o risco de parto prematuro é maior, assim como do bebê nascer menor e com menos peso do que o normal para a idade gestacional.

Assim, a sífilis na gravidez pode ser perigosa para o bebê, pois se ele for contaminado pela mãe, poderá apresentar problemas como surdez, cegueira, problemas neurológicos e nos ossos.

Como tratar a sífilis na gravidez

O tratamento para sífilis na gravidez deve ser indicado pelo obstetra e, normalmente, é feito com injeções de Penicilina em 1, 2 ou 3 doses, dependendo da gravidade e do tempo de contaminação da grávida com a doença.

É muito importante que a gestante faça o tratamento até o fim para evitar transmitir a sífilis para o bebê, que não tenha contato íntimo até acabar totalmente o tratamento e que o parceiro também realize o tratamento para a sífilis para evitar a progressão da doença e para evitar a recontaminação da mulher.

É importante ainda que, ao nascer, o bebê seja avaliado para que, caso seja necessário, faça o tratamento também com Penicilina, o mais rapidamente possível.
 

maioritelia

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Desenvolvimento do feto … da 29ª à 31ª semana de gravidez


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Semana 29

O comprimento do bebé esta semana é de 26cm e seu peso de 1100g. O feto inicia os movimentos respiratórios dentro o útero. O bebé continua a aumentar de peso, muda constantemente de posição e gosta muito de brincar com o cordão umbilical. O sistema nervoso central do bebé possibilita controlar a temperatura do seu corpo. O colostro pode começar a sair do seu peito por isso não estranhe se sair um liquido com uma aparência amarelada. Nesta fase a mãe deve ter muito cuidado, pois a redução do fluxo sanguineo pode causar algum inchaço nas pernas e nos pés, deve calçar um numero de sapatos maior que o habitual e deverá fazer algumas caminhadas.

Semana 30

A medida do bebé deve estar em torno de 27cm e seu peso 1250g. A partir desta semana o bebé pode assumir a posição de cabeça para baixo, ou seja a posição do parto normal. Neste30 semana terceiro trimestre faça uma alimentação saudável. Poderá começar a sentir algum desconforto para dormir, no entanto a posição que exige menos esforço é deitar-se do lado esquerdo. Fale com o seu bebé e verá que existe uma reacção á comunicação, e com sorte receberá um pontapé como resposta.

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Semana 31


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A medida do feto esta semana é de 28cm e já pesa 1400g. A estrutura ossea do bebé é forte e a partir deste semana o bebé já não irá crescer ao mesmo ritmo, irá concentrar-se em aumentar o seu peso. A mãe nesta fase irá sentir dores nas costas. O útero está a 11cm acima do umbigo.
 

Luz Divina

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Álcool na gravidez deve ser totalmente banido






Álcool na gravidez deve ser totalmente banido


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A Academia Americana de Pediatras (AAP) anunciou novas diretrizes que banem completamente as bebidas alcoólicas durante toda a gravidez. Isto porque, de acordo com aquela instituição, “não há nenhuma quantidade que seja considerada segura” ou seja que não aumente os riscos de desordens e malformações para o feto. Os problemas incluem efeitos estruturais e funcionais a nível cerebral, coronário, ósseo, renal, ocular e auditivo.

Janet Williams, catedrática da Universidade do Texas e uma das autoras do novo relatório, lamenta que haja “uma falta de uniformidade nos critérios sobre o efeito do álcool nas desordens fetais e, muitas vezes, essas desordens passam desapercebidas ou são mal diagnosticadas”. Ora isso leva a que um grande número de mulheres continue a não ter indicações concretas para não beberem enquanto grávidas, ou sobre as quantidades que, alegadamente, não causam efeitos adversos.

Na base das mais recentes conclusões da AAP estão estudos que indicam uma maior incidência de problemas mesmo quando a grávida se limita a uma pequena dose diária de álcool. No primeiro trimestre, as mulheres que não dispensam as bebidas apresentam 12 vezes mais hipóteses de terem um bebé com alguma desordem relacionada com o álcool. Esse risco aumenta para 61 vezes no segundo trimestre e 65 vezes no terceiro trimestre.

Sinais de desordens são a maior incidência de défice neurológicos, dificuldades de aprendizagem, falta de capacidades matemáticas e de linguagem, e problemas com o funcionamento espacial, memória, raciocínio abstrato e compreensão de possibilidades futuras. Assim sendo, “a escolha mais inteligente para qualquer grávida é abster-se completamente durante toda a gestação”, conclui Janet Williams.


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