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FIGO

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Portugueses de 1ª e de 2ª classe

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Algumas semanas atrás, a TVI fez uma reportagem sobre a profissão de polícia. É de lamentar que alguns profissionais de segurança deste país se sirvam de um meio de comunicação social para demonstrar o desagrado pelas condições de trabalho desta força de segurança. Também é de verificar que as pessoas que ingressam nesta força vão voluntários, como qualquer outra profissão que existe. Quando as pessoas vão para qualquer emprego e não estão contentes mudam-se. Ao ver a reportagem fiquei sensibilizado quando um polícia dizia que só têm direito a um colete à prova de bala em cada viatura.
 

Satpa

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Volvo manda retirar 65 mil carros

Automóveis
29-04-2008 9:37

Volvo manda retirar 65 mil carros

O fabricante sueco de automóveis vai recolher do mercado 65 mil viaturas em todo o mundo, devido a um defeito detectado num airbag lateral.

Segundo o construtor, que pertence ao grupo Ford, os modelos em causa são o V70 e o XC70.

O problema técnico faz com que um dos airbags laterais não abra tão rapidamente como o previsto, explicou a porta-voz da Volvo. "Mas estamos a falar de milésimos de segundos", salientou a mesma fonte.

A marca vai chamar 22 384 automóveis na Suécia, 6243 na Alemanha e 1784 em França.

Os proprietários vão ser avisados através de uma carta a pedir que se dirijam a uma oficina para que a marca proceda à reparação.

Fora desta acção ficam os Estados Unidos e o Canadá.


Renascença


A isto, chama-se uma noticia e vai para o seu lugar.
 
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aufervesa

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Ora aqui está um EXCELENTE exemplo. é caro mas, a qualidade paga-se. não têm medo de assumir "coisas" menos boas, avisam os consumidores "fiéis da marca" dos problemas, assumem-nos e, arranjam-nos! é assim a imagem de marca desta excelente marca de carros. não têm medo da "imagem" da empresa assumindo problemas c modelos da mesma. um exemplo a seguir em todo o mundo. :36_2_51: :36_2_51: :36_2_51:. atenção que não trabalho na volvo nem tenho nada a ver com a mesma. simplesmente admiro o que é feito correctamente.
 

Hdi

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PSD: Jardim já recolhe assinaturas na Net

Movimento de apoio à presidência do partido avança com site.

Uma subscrição de apoio a uma candidatura de Alberto João Jardim a presidente do PSD está disponível na Internet, tendo já recolhido 37 assinaturas (às 10h50) entre militantes da Madeira e do Continente, informa a agência Lusa.

O «Movimento de Apoio de Militantes do PSD a Nível Nacional de Alberto João Jardim a Presidente do Partido» foi criado pelos militantes sociais-democratas Filipe Silva e Maurílio Caíres no domingo e anunciado via telemóvel.

O site está aberto à subscrição de todos os militantes do PSD, tendo já recebido apoios da Madeira, Póvoa de Santa Iria, Famalicão, Viseu e Carnaxide.

«A presente subscrição nacional tem como escopo apoiar a candidatura do Dr. Alberto João Jardim a Presidente do PPD/PSD», dizem os seus autores, considerando ainda que o partido precisa centrar a sua actividade política nos valores e princípios da sua origem, «tão superiormente defendidos por Francisco Sá Carneiro».

Para evitar a «morte lenta do partido» advogam ser urgente «recentrar a sua actuação político-partidária tendo por base os fundamentos e valores que constituem o programa de acção do PPD/PSD», nomeadamente a «pessoa humana», a «família», a «comunidade nacional», o «interesse nacional», o «património histórico e cultural, as comunidades portuguesas e a independência nacional e a política externa».

Já anunciaram a candidatura à liderança do PSD Pedro Passos Coelho, António Neto da Silva, Patinha Antão, Manuela Ferreira Leite e Pedro Santana Lopes.

Portugal Diário
 

Hdi

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Lisboa: incêndio em lar faz 2 mortos e 27 feridos

Chamas irromperam às 3h17 da madrugada.

Duas pessoas morreram e 27 ficaram feridas na sequência de um incêndio ocorrido esta madrugada num prédio em Lisboa onde funciona um lar de idosos, disse à Lusa fonte dos bombeiros. As chamas irromperam às 3h17, tendo o incêndio ficado extinto às 4h55.

O incêndio atingiu um prédio no Largo do Convento da Encarnação, junto ao Campo de Santana, Lisboa, onde estava instalado um Centro Integrado do Centro Regional da Segurança Social.

Nesse centro, viviam 10 idosos, enquanto no prédio residiam 64 pessoas. As duas vítimas são duas idosas que residiam naquele centro. No edifício encontravam-se algumas crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.

Cigarro mal apagado

A responsável pelo centro de recolhimento de Segurança Social suspeita que o fogo tenha sido provocado por um cigarro mal apagado de uma das duas idosas, que acabou por falecer: «Aconteceu-nos isto. Uma residente que fuma um cigarro e que não é capaz de o apagar».

Maria José Relvas adiantou, ainda, que a estrutura do edifício a partir do terceiro andar é toda em madeira, facilitando a progressão do fogo: «Eu não vou afirmar, porque não sou perita, mas obviamente que me parece que terá sido esta a situação».

Questionada sobre o plano de segurança do lar, ao qual os bombeiros também apontaram algumas falhas, a directora admitiu que são necessárias alterações no plano. A última inspecção dos bombeiros terá sido realizada há seis anos e foi essa vistoria que levou à colocação de meios de primeiro socorro no edifício.

Questionada sobre se tem confiança nos meios de socorro disponíveis, a directora respondeu: «No quinto andar, não».

Feridos divididos por vários hospitais

Dos 27 feridos, sete inspiram cuidados e os restantes 20 foram transportados aos hospitais de S. José, Santa Maria e Curry Cabral. De acordo com testemunhos locais, a intervenção de forças policiais permitiu o salvamento de muitos dos idosos e dos residentes no prédio.

Acorreram ao incêndio 27 bombeiros do Regimento de Sapadores, 16 dos Voluntários, quatro ambulâncias do INEM e duas Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação. Fonte da PSP de Lisboa disse que a Polícia Judiciária foi chamada para investigar a origem do incêndio.

Cinco idosas no Hospital da Marinha

Cinco idosas foram encaminhadas para o Hospital da Marinha, onde estão a ser tratadas numa das três câmaras hiperbáricas existentes no continente.

Segundo disse Francisco Guerreiro, médico do Hospital da Marinha, o tratamento deverá terminar perto das 14:30 e «só depois se avaliará a situação clínica e a evolução que as pessoas tiveram».

Questionado sobre a situação clínica das cinco doentes, com idades compreendidas entre os 61 e os 88 anos, Francisco Guerreiro disse que apresentavam «cefaleias e dificuldades respiratórias».

A origem do incêndio

O incêndio deflagrou no terceiro piso, onde funcionavam «residências internas independentes» e no qual morava uma idosa de 82 anos, segundo contou o tenente-coronel Carlos Fernandes, comandante das operações dos bombeiros, acrescentando que o fumo progrediu depois para os quarto e quinto andares do edifício.

O responsável salientou também a necessidade de se agilizarem os tempos de alarme de incêndios: «Demorámos oito minutos para iniciar o combate às chamas mas poderíamos ter começado mais cedo».

De acordo com testemunhos locais, a intervenção de forças policiais permitiu o salvamento de muitos dos idosos e dos residentes no prédio.

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REFER tem até 2010 para suprimir passagens de nível

Novo decreto-lei dá três anos à empresa. Em 2008 deverão ser suprimidas 65.

A Rede Ferroviária Nacional (REFER) vai dispor de mais três anos para concluir o Programa de Reclassificação e Supressão de Passagens de Nível, segundo decreto-lei publicado em Diário da República, informa a agência Lusa.

O Programa, que de acordo com o novo decreto-lei deverá ficar terminado até ao final de 2010, visa sobretudo as passagens de nível sem condições adequadas de segurança. No âmbito do Programa de Reclassificação e Supressão de Passagens de Nível que a REFER vem desenvolvendo desde a sua fundação, em 1997, foram suprimidas até Dezembro do ano passado 1.270 passagens de nível e reclassificadas 545.

Fonte da Refer disse à agência Lusa que este ano serão suprimidas 65 passagens de nível e outras 68 serão reclassificadas, com um custo total de 24 milhões de euros. Os trabalhos de reclassificação visam a colocação de sinalização automática.

Actualmente existem 1.263 passagens de nível, sendo que 172 não têm as condições adequadas de segurança. O decreto-lei visa sobretudo as intervenções nestas 172.

De acordo com a nota introdutória do novo diploma, que prevê a prorrogação do prazo, estes investimentos permitiram a redução em cerca de 50 por cento do número de acidentes em passagens de nível.

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brunocardoso

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ESQUADRAS PSP:ASPP diz que não basta reorganizar escalas para ter segurança

ASPP diz que não basta reorganizar escalas para ter segurança

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Paulo Rodrigues, o presidente da ASPP, não concorda com a ideia do ministro da Administração Interna de reorganizar o trabalho e os agentes da PSP sem fazer um reforço de efectivos. Rui Pereira defende que basta reorganizar as escalas para garantir mais agentes e mais segurança nas esquadras.

( 14:46 / 29 de Abril 08 )




O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) tem dúvidas quanto à maneira como o ministro quer assegurar a presença de mais polícias nas esquadras sem reforçar o número de agentes.

Paulo Rodrigues diz que não basta reorganizar as escalas. «Infelizmente o efectivo não é elástico e quando se puxa para um lado falta do outro», salienta.

«É verdade que temos cerca de 45 elementos por esquadra, mas estão divididos por quatros turnos e ainda temos de contar com as folgas, as férias e as baixas», explica Paulo Rodrigues acrescentando que isto «faz com que fique pouca gente para pôr nas ruas e também põe em causa a segurança da esquadra».

Paulo Rodrigues diz que, muitas vezes, cada turno não tem mais de quatro ou cinco agentes, o que é insuficiente para garantir todo o trabalho.

«A situação [de Moscavide] só aconteceu porque os comandantes tentam, e bem, colocar o máximo de profissionais da rua para garantir a segurança das pessoas, o que obriga a abrir brechas à segurança das esquadras», conclui o responsável da ASPP.


Fonte:TSF Online
 

brunocardoso

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Câmara do Porto: 25 anos depois autarquia desbloqueia projecto imobiliário

Câmara do Porto: 25 anos depois autarquia desbloqueia projecto imobiliário

29 de Abril de 2008, 16:52

Porto, 29 Abr (Lusa) - A Câmara do Porto aprovou hoje a cedência de um terreno na "Foz Velha", por cerca de 230 mil euros, a um promotor imobiliário permitindo assim desbloquear, quase 25 anos depois, um projecto urbanístico para aquela zona.

A proposta, que teve a abstenção do vereador da CDU, Rui Sá, prevê a desafectação de uma parcela de terreno do domínio público municipal, situada no gaveto da Rua da Senhora da Luz e Rua do Coronel Raul Perez.

"Quando a esmola é grande, o pobre desconfia", foi a afirmação utilizada pelo vereador comunista para justificar a abstenção na proposta.

Rui Sá salientou que aquele terreno, que agora vai render 230 mil euros, já esteve para ser cedido gratuitamente.

Inicialmente esteve prevista para o local a construção de um edifício de rés-do-chão mais dez pisos, tendo sido emitido alvará de licença de construção em Dezembro de 1982, quando Paulo Vallada presidia ao município.

Posteriormente, a proporção e volumetria do empreendimento "foram entendidas como excessivas face aos parâmetros urbanísticos dominantes" dado tratar-se de zona de protecção paisagística com uma grande relevância em termos históricos e urbanísticos.

O alvará de licença de construção foi sofrendo sucessivos adiamentos, sendo que, dos iniciais 10 pisos, o projecto passou para rés-do-chão mais sete andares.

Já em 2000, sob a presidência de Nuno Cardoso, deu entrada na autarquia um aditamento à licença, "pelo qual se veio proceder nova alteração ao projecto", que passou a prever um edifício de rés-do-chão mais quatro andares.

No primeiro mandato de Rui Rio, e após negociações encetadas pelo então vereador do Urbanismo Ricardo Figueiredo, foi proposto novo aditamento à licença, "em que se apresentava uma solução urbanística mais consensual e mais favorável à salvaguarda dos valores urbanísticos".

Esta previa a construção de rés-do-chão mais três pisos (com dois fogos por piso).

O executivo aprovou ainda, com os votos a favor da maioria PSD/CDS-PP e a abstenção da oposição, a alteração de ratificação do despacho de nomeação do júri do concurso público internacional para constituição do direito de superfície relativamente ao edifício Mercado do Bom Sucesso.

O PS absteve-se por considerar que o júri deveria incluir um membro da Ordem dos Arquitectos, enquanto a CDU é contra o projecto previsto para o mercado.

JAP.

Fonte:Lusa/fim
 

brunocardoso

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Tribunais/segurança: Relatório foi entregue hoje aos Ministérios da Justiça e Adminis

Tribunais/segurança: Relatório foi entregue hoje aos Ministérios da Justiça e Administração Interna

29 de Abril de 2008, 17:10

Lisboa, 29 Abr (Lusa) - O Conselho Superior da Magistratura (CSM) já enviou o relatório sobre o reforço da segurança nos tribunais para os Ministérios da Justiça e da Administração Interna, disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.

O Ministério da Administração Interna (MAI) emitiu segunda-feira ao fim do dia uma nota a indicar que aguardava ainda que lhe fosse "dado conhecimento" do relatório.

Em Outubro de 2007 foi constituído, por despacho dos secretários de Estado adjuntos da Administração Interna e da Justiça, um grupo de trabalho para analisar a segurança dos tribunais, cuja coordenação ficou a cargo de um representante do CSM.

O relatório seguiu hoje de manhã para os serviços dos Ministérios tutelados por Alberto Costa (Justiça) e Rui Pereira (Administração Interna).

O documento apresenta uma série de sugestões para reforçar a segurança nos tribunais portugueses, segundo a mesma fonte ligada ao processo.

O grupo de trabalho, agora extinto, foi composto por representantes do CSM, Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais, Procuradoria-Geral da República, Gabinete Coordenador de Segurança, GNR, PSP e Direcção-Geral da Administração da Justiça.

A iniciativa do Governo surgiu depois de reclamações dos juízes, funcionários judiciais e do Ministério Público, a exigirem mais segurança, nomeadamente mais policiamento e controlo de entradas nos tribunais.

Antes da constituição deste grupo, a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) apresentou um relatório preliminar com base num inquérito sobre a organização, funcionalidade e segurança nos tribunais judiciais de primeira instância, que indicava algumas deficiências nesta área.

Esse relatório refere que, apesar dos tribunais se situarem próximos da Polícia, não têm "qualquer sistema específico de segurança pública ou privada", "não estão equipados para detectar a entrada de armas, explosivos ou outros materiais perigosos" e "não têm sistema de alarme ou vídeo-vigilância contra intrusão eficazes", além de não registarem a "entrada de pessoas fora do horário de trabalho".

O documento indica ainda que os "tribunais não têm suficientes sistemas de detecção e extinção automática de incêndios, sobretudo nos arquivos de processos e documentação", apesar de existirem extintores.

CC/FC.

Fonte:Lusa/Fim
 

brunocardoso

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Media: SIC queixa-se a Bruxelas por limitações da UEFA no Euro 2008

Media: SIC queixa-se a Bruxelas por limitações da UEFA no Euro 2008

29 de Abril de 2008, 17:22

Lisboa, 29 Abr (Lusa) - A SIC anunciou hoje ter apresentado duas queixas na Comissão Europeia devido às limitações impostas pela UEFA na cobertura jornalística do Campeonato Europeu de Futebol 2008, alegando estar a ser prejudicado o direito à informação.

A estação do grupo Impresa solicitou à Comissão Europeia a abertura, "com urgência, de um procedimento de infracção contra a UEFA por abuso de posição dominante", explicando que a UEFA a impede de ter acesso às conferências de imprensa por não ser a televisão detentora de direitos de transmissão televisiva do evento para o território português.

"Esta é a primeira vez que tal atitude sucede num evento da envergadura de um campeonato europeu de futebol", critica a estação em comunicado hoje divulgado.

"Todos os jornalistas de rádio e de imprensa poderão estar presentes nas conferências de imprensa, ao contrário dos jornalistas das televisões que não possuem os direitos de exibição dos jogos", acrescenta.

Considerando tratar-se de um "obstáculo absoluto ao exercício do direito à informação", a SIC sublinha que a UEFA está a "limitar a escolha dos consumidores" ao obrigar os jornalistas da estação a distar pelo menos 1 quilómetro dos estádios onde se desenrolam os jogos do Euro 2008.

A postura da UEFA tem como efeito "proteger a posição no mercado de todos aqueles concorrentes da SIC que, ao contrário desta, têm acesso às conferências de imprensa e ficam instalados em zonas mistas próximas dos diversos intervenientes nos jogos", refere a empresa na queixa.

O Euro 2008 tem início a 7 de Junho na Suiça e Áustria, pelo que a SIC considera haver "manifesta urgência" na decisão da UEFA.

"Caso até ao início [do campeonato] não se ponha cobro às condutas da UEFA (...) os avultados prejuízos decorrentes para a SIC e demais 'media representatives' serão consequente e inevitavelmente irreparáveis", repara.

Por isso, a televisão pede que a "UEFA autorize, de imediato, a SIC a aceder às conferências de imprensa que se realizam antes e depois dos jogos" e que a "diligencie no sentido de que as zonas mistas nas quais a SIC venha a ficar instalada ofereçam condições logísticas que tornem viável o exercício do direito à informação e, não coloquem a SIC em situação mais desfavorável" do que os outros órgãos de informação.

PMC.

Fonte:Lusa/Fim
 

Hdi

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Passos Coelho quer devolver a esperança aos portugueses

O candidato assegura que «não quer a união pela união» e diz que «a melhor união é a que se faz na diversidade» . E aposta em princípios como a liberdade, a verdade, a confiança, a esperança e a mudança para o partido e o país.

Pedro Passos Coelho apresentou hoje a carta de valores da sua candidatura à liderança do PSD, na sua sede de campanha, no Campo Grande, para devolver a esperança aos portugueses e acabar com os «ismos» no partido. O candidato garante que «não quer a união pela união» e defende que «a melhor união é a que se faz na diversidade».

A defesa do indivíduo e a apresentação de uma candidatura com rosto é o primeiro princípio defendido por Passos Coelho. Segue-se a liberdade como valor de união. «Quero uma liberdade responsável, onde cada um possa viver com a consequência das suas decisões. Esta candidatura vai falar de liberdade, com liberdade.»

Contra a «política das meias palavras», a verdade é defendida como o terceiro valor. «Em democracia, uma escolha falseada é uma escolha ferida de morte», sustenta.

Pedro Passos Coelho quer devolver a confiança e a esperança aos portugueses. «Quero um PSD credível para voltar a merecer a confiança dos portugueses». E compromete-se, nesse sentido, a «reconstruir a base programática da social-democracia».

Por isso, o candidato assume que recusa um Portugal adiado e entregue à desilusão. «A esperança é possível. Os portugueses precisam que lha devolvamos».

Além disso, e nesta carta de valores, Passos Coelho propõe uma «mudança profunda no PSD», bem como a união dos seus militantes «no propósito de construir um projecto transformador para Portugal.»

Deixa a promessa de valorizar a «iniciativa individual, a iniciativa dos agentes económicos e das organizações sociais, que na diversidade da sua riqueza estruturam e consolidam a sociedade portuguesa». Razões por que esta candidatura aposta no mérito.

A autoridade e a oportunidade são os últimos valores referidos pelo candidato. «Defendo que o exercício do poder democrático deve ser claro e determinado na defesa do no bem comum. Rejeito, sem hesitar, todo e qualquer autoritarismo», numa alusão às críticas dos sociais-democratas ao Governo de José Sócrates. Pedro Passos Coelho afirma assim, que ambiciona que «Portugal seja uma terra de justas oportunidades para todos.»

SOL
 

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Incêndio: Três das sete idosas internadas já tiveram alta...

Três dos sete idosos internados no Hospital de S. José com sintomas de intoxicação por monóxido de carbono, na sequência de um incêndio, "já tiveram alta", disse hoje à Lusa fonte do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC).

Fonte do CHLC disse à agência Lusa que dois doentes do sexo masculino, de 61 e 80 anos, e uma mulher, de 82 anos, internados na sequência de um incêndio que ocorreu hoje de madrugada num prédio em Lisboa, já tiveram alta.

As quatro outras doentes, com 80, 83, 87 e 88 anos de idade, continuam "internadas para observação e vigilância", indicou a mesma fonte, que se escusou a dar mais esclarecimentos sobre o estado de saúde das idosas.

No Hospital Curry Cabral já tiveram alta seis das sete pessoas para ali transportadas, enquanto em Santa maria permanecem os oito idosos internados, já com alta mas à espera que estejam reunidas as condições para poderem deixar o hospital

O incêndio desta madrugada terá deflagrado no 3ºandar do centro de recolhimento da Segurança Social, que ocupa parte das instalações do Convento da Encarnação e onde residiam 67 pessoas.

Suspeita-se que o fogo tenha sido provocado por um cigarro mal apagado de uma das duas idosas que acabaram por falecer no sinistro.

Lusa
 

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CTT: Trabalhadores iniciam greve, distribuição do correio poderá ser afectada

Trabalhadores dos CTT iniciam hoje uma greve que poderá afectar os serviços centrais, de atendimento e distribuição de correio, embora a administração afirme ter um plano de contingência para assegurar a normalidade, segundo fonte da empresa.

A greve, convocada por cinco sindicatos representativos dos trabalhadores dos CTT, será retomada na sexta-feira, dia em que incidirá no tratamento e transporte da correspondência e abrangerá trabalhadores cedidos a outras empresas, adiantou fonte oficial dos CTT à agência Lusa.

"Há um universo muito grande de trabalhadores que não irá aderir à greve", assegurou fonte dos CTT, o que leva a administração a crer que "o serviço irá manter-se normal, salvo situações pontuais em algumas localidades".

No entanto, afirmaram terem preparadas algumas medidas de contingência, de modo a assegurar a normalidade dos serviços e, principalmente, a entrega do correio considerado prioritário.

Os sindicatos reivindicam o direito à negociação e protestam contra a tentativa de imposição de um acordo de empresa (AE) que "foi assinado por uma minoria", adiantou à Lusa José Oliveira, do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT).

José Oliveira acredita que face ao descontentamento dos trabalhadores causado pelo novo acordo de empresa (AE) "muitos irão aderir a esta greve".

No dia 10 de Março, nove sindicatos (dos 14 existentes nos CTT) assinaram um novo acordo de empresa (AE) [documento que rege as relações entre a empresa e os seus funcionários], garantindo aos trabalhadores os seus empregos, remunerações e os benefícios inerentes ao acesso ao Sistema de Saúde dos Correios (IOS).

O AE resultou de um processo negocial que se prolongou por mais de 10 meses, que "respeita o mérito de cada um e valoriza o esforço e a dedicação", defendendo "o bem-estar e a saúde" no local de trabalho, conclui fonte oficial dos CTT.

Lusa
 

Hdi

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Distritais divididas entre Manuela e Pedro

As directas de 31 de Maio para a liderança para o PSD não serão favas contadas. Cada vez é mais consistente esta afirmação. As distritais estão divididas entre as duas candidaturas porque o apoio a Santana Lopes, é residual.

Lisboa apoia, na sua maioria, Ferreira Leite - que ontem à noite fez a sua primeira acção de campanha na secção F, onde é militante. Mas um terço dos votos vai para Passos Coelho.

Santana Lopes não conta sequer com a deputada e ex- vereadora Helena Lopes da Costa, que será mandatária da ex-ministra, levando um dirigente a comentar "Está tudo baralhado!"

Já o presidente da assembleia distrital do PSD/Porto, Agostinho Branquinho, considera que os 1600 militantes se inclinam para Passos Coelho. Quanto a Santana "Até ao momento, não ouvi ninguém dizer que o apoia".

Este órgão vai convidar todos os candidatos para uma sessão de apresentação dos projectos, a 12 de Maio ou, o mais tardar, nos dias seguintes. O peso de Rui Rio na distrital pode fazer subir a votação na ex-ministra, mas a vantagem pende para o candidato mais jovem, garantem.

Tal como em Braga. Porquê? "Foi um líder carismático da JSD e tem apoios tranversais". Até, segundo dizem, "do número dois de Marques Mendes, Azevedo Soares, que era odiado pelos menezistas".

Nos dois distritos mais laranja do país também não há vencedor antecipado. "Em Leiria, as coisas estão fragmentadas", diz, ao JN, Feliciano Barreiras Duarte. "Em menor número, os saudosistas de Santana Lopes que acham que ele ainda tem contas para ajustar; depois, há o apoio do sector mais rural a Ferreira Leite, que conta com Isabel Damasceno, e a seguir a geração que esteve na Jota com o Passos Coelho e que o apoia. E nos quais me incluo".

Este grupo contesta que haja no PSD uma dúzia de pessoas "que, por estarem há décadas no espaço mediático como comentadores, se consideram as únicas grandes cabeças do partido".

Em Viseu, os apoios também se dividem. "Dos 20 presidentes de câmara, 15 estão com o Pedro", disse, ao JN, um deles. Almeida Henriques até lhe chama "o Obama do PSD".

Fernando Ruas não quis revelar ao JN o seu favorito, mas diz não estar preocupado, porque se um perder, o outro estará à altura. "Isto é como na Fórmula Um, os dois pilotos são da mesma equipa e a função dos mecânicos é dar-lhes assistência, sem terem preferências".

De qualquer forma, a distrital de Viseu reune-se na terça-feira para debater o assunto.

Jornal de Notícias
 

AAJ

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Jardim diz que PSD-M

PSD: Jardim diz que PSD-M não reconhecerá líder com menos de 50 por cento dos votos dos seus militantes

Funchal, 30 Abr (Lusa) - O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse hoje que o PSD-M nunca reconhecerá como líder do partido um candidato que não obtenha pelo menos 50 por cento dos votos dos seus militantes.

"Obviamente que a Madeira nunca reconhecerá, mesmo em termos legais e estatutários, um líder que não tenha pelo menos 50 por cento dos votos dos seus militantes", disse, hoje, à Agência Lusa, Alberto João Jardim.

A Comissão Política Regional do PSD-M, reunida na noite de terça-feira, alertou para o facto de que o próximo líder nacional do partido poderá ser eleito com apenas 21 por cento dos votos dos seus militantes dado o número de candidaturas existentes e por não estar previsto nos seus Estatutos a realização de uma segunda volta.

"Estando previstas as eleições directas para o último fim-de-semana de Maio e o congresso para o primeiro fim-de-semana de Junho, isso quer dizer que, nas eleições que se vão realizar no final de Maio, não haverá segunda volta, ou seja, ganha o candidato que mais votos tiver na única eleição que está marcada e que os estatutos preveêm", lembrou o dirigente do PSD-M, Miguel de Sousa, no final da reunião da Comissão Política Regional do partido.

"Havendo cinco candidatos - continuou Miguel de Sousa - teoricamente e num exercício de matemática mas que pode perfeitamente acontecer, três candidatos poderão ter 20 por cento, um candidato 19 por cento e um outro 21 por cento e esse candidato, com apenas 21 por cento, será o líder do PSD nacional".

"Tudo isso mostra o ridículo em que caiu o PSD", reage Alberto João Jardim quando instado a comentar a reunião do Conselho Regional do PSD-M.

"Obviamente que o PSD-M não reconhece um líder que tenha menos de 50 por cento, não será pura e simplesmente reconhecido", assegura.

"Os estatutos do PSD da Madeira, onde o voto é também directo e secreto, prevêem uma segunda volta para o líder ter sempre maioria absoluta, o que se está aqui a passar no seio do PSD é absolutamente ridículo e demonstra a desorientação absoluta em que o partido está caído", salienta o presidente do Governo Regional.

Alberto João Jardim revelou ainda à Lusa que a Comissão Política Regional do PSD-M está preocupada com a fragmentação do partido e "sobretudo pela tentativa de uma certa burguesia dos salões de Lisboa e do Porto, com o apoio de um conhecido empresário de televisão, tentar desvirtuar um partido popular e social-democrata como é o PSD".

"É uma burguesia que se apresenta com o título de "elite" julgando que cultura é sinónimo de um título académico e que faz, assim, uma camuflagem perante o país das suas incapacidades", declara.

"Obviamente o futuro do PSD-M, e ainda ontem (terça-feira) assentamos nisso, nunca será ao lado desta gente", referiu, acrescentando que "vários cenários se puseram".

"Os meus companheiros de partido - continuou - estão cientes de que eu não devo arriscar no meio dos aventureirismos que estão patentes e que só devo avançar numa solução de união, coesão, federação que não quer dizer contar com as pessoas que fizeram todo este mal ao partido".

Confrontado se as preocupações dos conselheiros do PSD-M vão no sentido de sugerir que não se deve candidatar à liderança nacional do partido, Alberto João Jardim responde que essa hip��tese "não é remota, nem é próxima".

"O partido está a recolher as assinaturas que ficam de reserva para, se chegarmos a um período em que o partido esteja completamente esfrangalhado, então, vamos tomar decisões", adiantou.

João Jardim admitiu mesmo que "a hipótese da reformulação de um novo espectro partidário perante o que está gerado não está posta de lado".

"Nós não nos revemos na burguesia de Lisboa e do Porto", acentua.

A Comissão Política Regional do PSD-M de terça-feira decidiu ainda declarar não se rever nas cinco candidaturas à liderança nacional do partido pelo que reserva tomar uma posição na reunião de 15 de Maio.


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Alberto Gil será vice-postulador na beatificação da Irmã Lúcia

Alberto Gil será vice-postulador na beatificação da Irmã Lúcia
O Cónego Alberto Gil deverá ser hoje nomeado vice-postulador do processo de beatificação da Irmã Lúcia, durante uma visita a Coimbra, ao Carmelo de Santa Teresa, do postulador, Ildefonso Moriones, e de D. Albino Cleto, Bispo de Coimbra.
Ao que o Diário de Coimbra apurou, foi esta a escolha conjunta, de D. Albino Cleto e Ildefonso Moriones, sendo que o anúncio oficial será feito hoje no Carmelo, às Irmãs Carmelitas. Aliás, já foram elas as primeiras a saber que o Papa Bento XVI aceitara antecipar a abertura do processo de beatificação, dispensando uma espera de mais dois anos.
Alberto Gil, que assinalou as bodas de ouro sacerdotais em Dezembro último, já liderou as paróquias de Pala, Lorvão, Mealhada e Vacariça. Foi ainda reitor e arcipreste da Mealhada, professor, prefeito e reitor do Seminário Maior de Coimbra, secretário do Instituto Superior de Estudos Teológicos, pró-
-vigário geral da Diocese de Coimbra, Cónego da Sé de Coimbra e capelão dos HUC, entre outras funções desempenhadas.
A este cónego, de 74 anos e com um vasto curriculo, caberá a recolha de todo o material que vai fundamentar o pedido de beatificação. São milhares de documentos que serão primeiro analisados por Alberto Gil e depois verificados por Ildefonso Moriones, que está em Roma. A proximidade do postulador relativamente ao Vaticano foi, aliás, um dos motivos apontados por D. Albino Cleto para aquela escolha. «É um homem conhecedor dos passos a dar», referiu, na altura, o prelado de Coimbra.
 

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Lisboa: 7 Maravilhas do Mundo

Lisboa: Câmara assina protocolo para criar monumento sobre as 7 Maravilhas do Mundo

Lisboa, 30 Abr (Lusa) - O município de Lisboa, palco da eleição em Julho das novas 7 maravilhas do mundo, tenciona marcar o acontecimento com um monumento evocativo, a instalar num local de grande visibilidade, ainda a definir.

Para o efeito, foi assinado terça-feira um protocolo de intenções entre o presidente da autarquia, António Costa, e o presidente da Fundação New7Wonders, Bernard Weber.

O Monumento Oficial de Declaração das Novas 7 Maravilhas do Mundo vai ser alvo de colaboração entre as duas partes, no sentido de analisarem a possibilidade de a fundação ceder à Câmara de Lisboa os direitos de exploração.

O documento subscrito pelos dois responsáveis prevê uma avaliação dos locais e espaços mais prestigiados de Lisboa onde o monumento poderá ser colocado, para "garantir a máxima visibilidade da obra e o seu melhor aproveitamento pelos cidadãos nacionais e estrangeiros".

As duas partes comprometeram-se também a cooperar no sentido de promover uma gestão eficiente e eficaz de todos os aspectos logísticos, políticos e administrativos, incluindo a obtenção de autorizações, inerentes à colocação do monumento oficial na capital portuguesa.

Nos termos do protocolo, a fundação pode estabelecer parcerias com entidades privadas para obter financiamento através de patrocínios do Monumento Oficial.

O acordo alcançado consagra apenas esta parceria, sendo que qualquer decisão formal que venha a ser tomada fica sujeita aos procedimentos de aprovação e autorização que vinculam o Município de Lisboa e a Fundação New7Wonders.

De acordo com informação disponibilizada pela Câmara de Lisboa, no seu sítio de Internet, o presidente da fundação destacou que este monumento "não é apenas das 7 Maravilhas do Mundo, mas o primeiro monumento democrático do mundo e de memórias".

Para Bernard Weber, as 7 maravilhas são "sete coisas que representam cada uma algo de que as pessoas, no mundo, se conseguem lembrar. Não é só um número mágico".

As 7 novas maravilhas do mundo, anunciadas em Lisboa na sequência do concurso organizado pelo cineasta suíço Bernard Weber, são a Grande Muralha da China, a estátua do Cristo Redentor, no Brasil, a cidade de Petra na Jordânia, o Coliseu de Roma, em Itália, as ruínas incas de Machu Picchu, no Peru, a antiga cidade maia de Chichen Itza, no México, e o Taj Mahal, na Índia.

Portugal associou-se a esta iniciativa com a eleição de 7 maravilhas nacionais: a Torre de Belém, os mosteiros dos Jerónimos, de Alcobaça e da Batalha, o Palácio da Pena e os castelos de Óbidos e de Guimarães.


Lusa
 

AAJ

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Comemorações do 1º Maio

1º Maio: Dia do Trabalhador comemorado em todo o país

O Dia do Trabalhador vai ser comemorado quinta-feira um pouco por todo o país com manifestações, comícios e várias actividades culturais, provas desportivas e jogos populares.

Em Vila Real, a União de Sindicatos, afecta à CGTP, vai promover três encontros no distrito para assinalar o 1º de Maio, este ano subordinado ao tema «Respeitar o Trabalhador, Mudar de Política». Os cenários escolhidos foram o largo da Capela Nova, em Vila Real, o clube de caça e pesca, no Peso da Régua, e o Largo General Silveira Carvalho, em Chaves, onde durante todo o dia se realizarão várias actividades desde concertos musicais, jogos populares e comício com discursos.

Na região Centro, as comemorações do Dia do Trabalhador seguem, na generalidade, figurinos de anos anteriores, com os desfiles e as intervenções de dirigentes sindicais a marcarem o dia em diversas cidades.

Em Coimbra, as comemorações promovidas pela União dos Sindicatos de Coimbra (USC), começam às 09:30, com uma arruada pelas ruas da cidade. Subordinado ao lema nacional da CGTP-IN alusivo à efeméride - «Todos ao 1º de Maio da CGTP! Vivam os trabalhadores portugueses e de todo o mundo» -, o programa inclui, de manhã, provas de atletismo, com destaque para a 30ª Volta à Cidade, e uma «Mega Sopa dos Trabalhadores».

O desfile, às 15:00, cumpre o tradicional percurso entre a praça da República e a praça 08 de Maio, na Baixa, que termina com uma intervenção sindical, seguida da actuação de grupos de música popular e ranchos folclóricos.

Também na Figueira da Foz, além do XII Grande Prémio de Petanca 1º de Maio e outros encontros desportivos, a partir das 09:00, as comemorações organizadas pela estrutura local da CGTP-IN compreendem, às 15:00, música popular, folclore a uma intervenção por um dirigente sindical.

Já na Guarda, a União dos Sindicatos do distrito, afecta à CGTP-IN, assinala o 1º de Maio com actividades desportivas, musicais e uma intervenção político-sindical.

O programa das comemorações, que decorrerão sob o lema «respeitar os trabalhadores - mudar de políticas», começa pelas 10:00 com uma concentração no Jardim José de Lemos, seguindo-se a XXVII grande corrida popular, pelas ruas da cidade.

A tarde será «de luta e de festa», como anunciam os promotores, com uma intervenção de um dirigente sindical e música popular pelo grupo de concertinas de Figueira de Castelo Rodrigo, a partir das 15:00, no auditório da Câmara Municipal.

Música, actividades para crianças e intervenção sindical, marcam, também, as comemorações do 1º de Maio em Castelo Branco. Organizadas pela CGTP-IN, as comemorações vão decorrer no centro cívico da cidade, a partir das 14 horas, com várias iniciativas para as crianças, como pinturas, animação e pintura de rosto.

A tarde, que se pretende também cultural, vai ser preenchida com a actuação de vários grupos da região, em vários géneros musicais, desde música popular ao hip hop.

Ainda inserida nas comemorações é inaugurada dia 5 na Biblioteca Municipal de Castelo Branco a exposição de Cartoons de Zé Dalmeida, que estará patente até dia 11.

Já na Covilhã, a União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB) organiza um comício e festa a partir das 15:00 na Praça do Município. Além das intervenções sindicais, participam diversos grupos locais de música popular.

Durante a manhã haverá actividades desportivas, com destaque para uma corrida em cadeira de rodas, às 10:45, e uma prova de atletismo apadrinhada por Manuel Machado, às 11:00, entre a Vila do Carvalho e a Covilhã.

A USCB organiza ainda animação alusiva ao 1º de Maio em Unhais da Serra, Minas da Panasqueira e Tortosendo.

Em Santarém, uma concentração, seguida de manifestação, marcará o Dia do Trabalhador.

Já no distrito de Leiria, a cidade escolhida pela CGTP para as comemorações foi Peniche, com o programa a prever uma homenagem aos sindicalistas que estiveram presos no Forte local.

No distrito de Évora, o 1º de Maio vai ser comemorado nas principais cidades com animação cultural, provas desportivas e convívios em torno da gastronomia regional.Os festejos estão a cargo da União dos Sindicatos do Distrito de Évora (USDE), afecta à CGTP, com o apoio das câmaras municipais de Évora, Montemor-o-Novo e Vendas Novas.

As intervenções sindicais deverão incidir nos protestos contra a revisão do Código do Trabalho e a precariedade e a defesa de melhores salários.

No Baixo Alentejo, o Dia do Trabalhador vai ser assinalado no parque de merendas de Beja e junto às barragens do Roxo (Ervidel) e Enxoé (Pias). Promovidas pela União de Sindicatos do Distrito de Beja, as comemorações incluem provas de BTT, concursos de pesca, fogos tradicionais, piqueniques e espectáculos musicais.

No Norte Alentejano, o 1º de Maio vai ser festejado em Portalegre com uma concentração junto ao Largo Frederico Laranjo, seguindo-se um desfile até ao Governo Civil.

A iniciativa, promovida pela união dos sindicatos de Portalegre, pretende alertar as autoridades para o problema do desemprego e encerramento de fábricas na região.

No arquipélago da Madeira, as comemorações do Dia do Trabalhador vão ter duas faces distintas: numa «os festejos» do Governo Regional pelos alegados números positivos, outra de protestos, com uma manifestação dos sindicatos.

O Governo Regional, através do secretário Regional dos Recursos Humanos, já disse que a ocasião é «para festejos, uma vez que a melhoria das condições de quem trabalha é visível», tendo igualmente falado na diminuição da taxa de desemprego nos últimos dois meses e no rendimento médio dos trabalhadores madeirenses.

Já a USAM (União dos Sindicatos da Madeira), através do seu dirigente, João José Jardim, disse que a «situação do desemprego, da precabilidade laboral, do código laboral e igualdade no trabalho justificam não festejos mas protestos».

A festa da USAM tem início às 15:00 horas, no Jardim Municipal e o seu ponto alto numa manifestação que partirá do Largo da Assembleia Regional«.

Já as cerimónias governamentais começam às 09:30 horas, na Avenida Sá Carneiro, junto ao momunento do Trabalhador, com o toque do hino da Região.

Provas desportivas (canoagem e ciclismo) e espaço para festejar na zona de lazer serrana do Montado do Pereiro, onde actuarão vários grupos musicais completam os festejos.

Diário Digital / Lusa
 

AAJ

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Moção de censura debatida e votada a 8 de Maio

A moção de censura do PCP ao Governo, hoje anunciada pelo líder comunista contra as políticas do Governo e a revisão do Código do Trabalho, vai ser debatida a 8 de Maio.
A data foi acordada na conferência de líderes, no final do debate quinzenal com o primeiro-ministro, na Assembleia da República.

Com a maioria absoluta do PS no Parlamento, a moção de censura tem certo o «chumbo», estando em aberto o voto dos restantes partidos.

De acordo com o artigo 195.º da Constituição, a aprovação de uma moção de censura dita a queda do Governo.

Diário Digital / Lusa
 

josepe

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Já dizia o Cunhal quem tem telhados de vidro não atire pedras....
 

xicca

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Portugueses gastaram 71 milhões de euros em taxas moderadoras

Dados do Ministério da Saúde referentes a 2007


Os portugueses gastaram no ano passado 71,14 milhões de euros em taxas moderadoras, das quais mais de dois milhões nas novas taxas de internamento, que entraram em vigor em Abril desse ano, revelam dados do Ministério da Saúde.

As taxas de internamento, tal como as de Cirurgia de Ambulatório, entraram em vigor a 1 de Abril de 2007. Nesse ano, o valor cobrado foi de cinco euros por dia de Internamento (até um limite de dez dias) e de dez euros por Cirurgia de Ambulatório.

Estes valores foram, entretanto, actualizados, situando-se nos 5,10 euros por dia de Internamento e nos 10,20 euros por Cirurgia de Ambulatório.

Dados do Ministério da Saúde, a que a Lusa teve acesso, indicam que, em 2007, os portugueses gastaram 71,14 milhões de euros em taxas moderadoras. Destes, 2,42 milhões de euros foram cobrados como taxas de internamento (entre Abril e Dezembro de 2007).

As taxas moderadoras da Cirurgia de Ambulatório estão registadas e cobradas no módulo dos Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT), que registaram uma cobrança de 15,94 milhões de euros no ano passado.
 

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imposto para veículos de Abril prolongado até sexta

AUTOMÓVEL
23:29 - Pagamento do imposto para veículos de Abril prolongado até sexta-feira
O Ministério das Finanças anunciou que o prazo para o pagamento do imposto único de circulação para automóveis matriculados em Abril, que hoje terminava, foi prolongado até sexta-feira.
 

AAJ

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1º de Maio - CGTP e UGT

1º de Maio: CGTP volta hoje à Alameda e UGT inova com manifestação na Avenida da Liberdade

Lisboa, 01 Mai (Lusa) - A CGTP volta hoje à Alameda Afonso Henriques para comemorar o Dia do Trabalhador, enquanto a UGT, pela primeira vez na sua história, assinala a data com uma manifestação em Lisboa.

No dia em que se realizam várias manifestações por todo o país, as duas centrais sindicais comemoram o 1º de Maio com manifestações na capital, separadas como é habitual, mas apresentando algumas reivindicações comuns em defesa do emprego e de melhores condições de vida.

Sob o lema "Respeitar os Trabalhadores, Mudar de políticas", a Intersindical vai fazer o seu tradicional desfile entre o Martim Moniz e a Alameda, depois de vários anos de alteração de local devido a obras, onde o seu secretário-geral, Manuel Carvalho da Silva, fará uma intervenção politico-sindical.

A revogação das normas gravosas do Código do Trabalho e das leis laborais da Administração Pública, a valorização da contratação colectiva, o combate ao desemprego e à precariedade, o aumento dos salários e pensões, a efectivação dos direitos individuais e colectivos dos trabalhadores são as principais reivindicações que a Inter vai apresentar neste 1º de Maio.

A UGT, pela primeira vez na sua história, vai assinalar o 1º de Maio com uma manifestação, entre o Marquês de Pombal e o Rossio, no final da qual o seu secretário-geral, João Proença, falará sobre a situação sócio-económica do país.

O aumento dos salários e das pensões, a redução do IRS, o reforço da contratação colectiva, o respeito pela lei e pelos acordos são as principais reivindicações da UGT neste 1º de Maio, que terá com lema "Contra a precariedade, Empregos de qualidade".

A central sindical vai defender ainda que a revisão do Código do Trabalho "promova uma melhor defesa dos trabalhadores, que combata a precariedade, reforce a negociação colectiva e garanta o respeito pela lei e pelos acordos de negociação colectiva".

Lusa
 

delfimsilva

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Porto: Dois casos de tuberculose na Divisão de Trânsito da PSP, sindicato exige rastr

Porto, 01 Mai - O Sindicato Unificado de Polícia (SUP) exigiu hoje a realização de um rastreio de tuberculose na Divisão de Trânsito da PSP/Porto, depois de terem sido ali diagnosticados dois casos desta doença nos últimos dias.

"O Comando Metropolitano do Porto deve iniciar as diligências necessárias para efectuar um rastreio a todas as pessoas daquela divisão que tiveram contacto com os dois elementos infectados", afirmou Peixoto Rodrigues, presidente do SUP, em declarações à Lusa.

Segundo Peixoto Rodrigues, um dos elementos a quem foi diagnosticada tuberculose "tem contacto directo com o público porque trabalha no atendimento".

Apesar de ambos os infectados terem sido afastados do serviço depois de ser diagnosticada a doença, o sindicato entende que a situação é grave, pelo que "ainda hoje" vai oficializar junto do comando metropolitano o pedido para a realização do rastreio.

"É uma medida necessária para salvaguardar as pessoas que tiveram contacto com os dois infectados, mas também as suas famílias", acentuou.

O dirigente sindical revelou que os dois casos de tuberculose foram conhecidos esta semana, na sequência de uma conversa informal entre um agente da Divisão de Trânsito e um jornalista, que questionou depois o presidente do SUP sobre o assunto.

"O mais estranho é que o Comando Metropolitano manifestou desconhecimento da situação quando eu fiz o contacto para averiguar o que se passava", salientou Peixoto Rodrigues, revelando que os responsáveis policiais no Porto apenas terão tido conhecimento do problema "quando foram questionados pelo jornalista".

"Não sei como os casos foram descobertos, mas trata-se de uma doença de notificação obrigatória, pelo que o Comando Metropolitano deveria ter conhecimento", frisou.

A Lusa tentou contactar o Comando Metropolitano do Porto da PSP mas não se encontrava ninguém disponível para prestar informações.
 

C.S.I.

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Sorriso de candidato?

Um passarinho segredou ao Cavaleiro que a apresentação do dispositivo de combate a incêndios no distrito foi realizado em Ourém por uma questão de estratégia política, devido ao facto de o governador civil de Santarém ser da terra e se preparar para ser candidato a presidente de câmara (em Ourém, Tomar ou mesmo Santarém, dizem).

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Se mesmo assim precisássemos de alguma prova, bastou ouvir o elogio público que o ministro Rui Pereira lhe fez. E Paulo Fonseca sorriu…



"O Mirante"
 
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